Arquivo do mês: dezembro 2014

Gente do mar – Revista da Cultura, dezembro de 2014

Revista da Cultura - dez2014

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O soprador – Vitruvius, 16 de dezembro de 2014

O Soprador

O Soprador, romance de Michel Gorski e Silvia Zatz

Da editora Terceiro Nome

O romance O Soprador é de autoria de Michel Gorski e Silvia Zatz, editado pela Terceiro Nome.

O romance O Soprador conta a história do padeiro Berko, que sobreviveu aos campos de concentração nazistas graças ao ofício herdado de seus antepassados, e que continua sendo exercido na sua padaria de Buenos Aires na década de 1980. Durante os tempos turbulentos da Segunda Guerra Mundial, do exílio e da ditadura militar argentina, o elemento capaz de preservar a identidade e os laços ameaçados pelas armas e pela distância é o bialy kuchen, pão tradicional que fez parte da vida da comunidade judaica de Bialystok, na Polônia.

Em uma única noite, numa mesa de bar em Varsóvia, a repórter francesa Claudine Chateau partirá dos segredos do preparo do bialy e seu sabor peculiar, para reconstituir os acontecimentos da vida do padeiro Berko e de seu filho Lipa, sobrevivente da ditadura na Argentina.

Michel Gorski

Paulistano de 1952. Arquiteto, designer e escritor, trabalha com arquitetura do entretenimento e é co-editor do site www.arquiteturismo.com.br. Desenvolveu o passeio “Rondando pela Avenida São João”, do guia Dez roteiros a pé em São Paulo. Escreveu o livro infantil A menina da placa (ilustrado por Fernando Vilela) e o livro infantojuvenil Por um triz, em parceria com Sílvia Zatz.

Sílvia Zatz

Paulistana de 1969. Já foi cineasta e designer de jogos, profissões nas quais a criação e o lúdico estiveram sempre presentes. Publicou seu primeiro livro, O clube dos contrários, em 1999, e desde então não parou mais. Pouco a pouco a literatura foi se tornando sua principal atividade. É autora de mais de dez livros infantis e infantojuvenis, vários deles recomendados pela FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil). Entre os seus títulos estão Planeta corpoO porquê dos por quês e Por um triz, que deu início à sua parceria com Michel Gorski.

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O baú mágico do Grande Magolini – Blog Conta uma História, 15 de dezembro de 2014

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“O baú mágico do Grande Magolini”

Livro infantil conta as aventuras do mágico mais famoso do mundo e seu fiel escudeiro, o macaco Micolino, em busca do baú que guarda o segredo de todos os seus truques.

Depois de chegar em uma cidade para fazer uma apresentação, o Grande Magolini, o mágico mais famoso do mundo, percebe que sumiu o baú com todos os instrumentos secretos para suas mágicas. Desesperado, ele apela até para São Magício, o padroeiro dos magos, para que seu lindo ‘bauzinho’ reapareça.

Nada de milagre do santo. O mágico continuou sem o seu baú. Mas mesmo assim foi capaz de continuar apresentando números surpreendentes e truques nunca vistos até  a cena final de cada show:

“O mago enrolou-se na capa estrelada e _  puf! _ Magolini e Micolino sumiram numa nuvem de fumaça”.

Os dois continuaram viajando para realizarem seus espetáculos e à procura do precioso baú. Pediam  ajuda a todos, inclusive, às imensas platéias que se formavam em diferentes lugares para assistirem ao show de mágicas. Foram muitas emoções. Uma montanha azul desapareceu de certa cidade. Em outra, descobriu um falso mágico que usava o seu nome e fama. E agora?

O ladrão do baú de Magolini é o falso mágico?

O leitor vai ter uma surpresa tão grande quanto àquelas que se tem diante das mágicas de Magolini, quando descobrir o que aconteceu com o precioso baú…

Além de “O baú mágico do Grande Magolini”, Luiz Roberto Guedes já tem livros publicados para crianças, jovens e adultos de todas as idades. Pela Editora Terceiro Nome, Guedes organizou a antologia poética Paixão por São Paulo, que reúne o trabalho de grandes poetas, como Augusto de Campos e Vinicius de Moraes. Já o ilustrador, Marcel Nilo, em 2013, lançou também pela Editora Terceiro Nome o infantojuvenil “Aquele garoto e os segredos da Floresta Mágica”, escrito e ilustrado por ele.

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O Capa-Branca – Franco Notícias, 8 de dezembro de 2014

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2º Flif – Franco da Rocha repetiu sucesso de 2013

A segunda edição do Flif, Festival Literário de Franco da Rocha, reuniu nos quatro dias de evento mais de 25 mil pessoas e atingiu a marca de 65 mil livros vendidos.

O festival literário foi realizado no ginásio de esportes Paulo Rogério entre os dias 24 e 29 de novembro. Além da venda de livros, o Flif contou com muitas atividades culturais.

A abertura do evento foi marcada pelos lançamentos do livro “Franco 70 anos”, dos alunos da rede municipal de ensino, e do novo site da Prefeitura. Mais de 7 mil pessoas passaram pelo evento apenas no primeiro dia.

Na quinta-feira (27) foi lançado o livro “O Capa Branca”, um relato sobre a vida de um ex-funcionário do Juquery que acabou se tornando interno do hospital. Os autores Daniel Navarro Sonim e Walter Farias participaram do evento e autografaram mais de 50 exemplares do livro.

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Editora Terceiro Nome – O Estado de S.Paulo (Babel), 6 de dezembro de 2014

O Estado de S Paulo - Babel - 6dez2014

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O Capa-Branca – iG Último Segundo, 7 de dezembro de 2014

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De funcionário a interno do complexo psiquiátrico: ‘Juquery nunca me abandonou’

Livro narra a trajetória de Walter Farias, auxiliar de enfermagem que ficou paranóico e acabou vivendo o inferno da internação

Um drama, uma tragicomédia, uma ironia do destino. Essas e outras leituras podem ser extraídas de “O Capa-Branca” (Editora Terceiro Nome), livro que conta em 191 páginas a trajetória de Walter Farias, funcionário e paciente de uma das maiores e mais antigas instituições psiquiátricas do País: o Complexo Psiquiátrico Juquery, localizado em Franco da Rocha, a 30 quilômetros da capital paulista.

“O Capa-Branca”, referência ao uniforme dos funcionários do Juquery, é narrado em primeira pessoa a partir de escritos produzidos por Farias e editados pelo jornalista Daniel Navarro Sonim.

“O Juquery nunca me abandonou. Os habitantes daquele mundo vão morar sempre na minha cabeça”, diz Walter Farias, que ingressa no hospital, fundado em 1898, aos 19 anos ao ser aprovado num concurso público para ser auxiliar de enfermagem. O ano é 1972.

Inicialmente, cuida de pacientes paraplégicos ou com deficiência motora no Hospital Central, um dos espaços do complexo. Outra tarefa era acompanhar a transferência de pacientes para outras unidades.

Numa dessas viagens, um interno prometeu que, à saída do Juquery, contemplaria seus tutores, que esqueceram suas carteiras, com uma noitada em uma boate no interior. O doente não só cumpriu a tarefa como pagou as despesas.

Ladeado por criminosos

Um fantasma para a assombrar Walter quando a direção o transfere para o Manicômio Judiciário, também parte do Complexo do Juquery e que abriga doentes considerados perigosos.

“Uma vez a direção do Manicômio surpreendentemente resolveu instalar alguns televisores preto e branco no pátio para distrair os presos. A experiência durou pouco tempo. No primeiro Corinthians versus Palmeiras, antes mesmo do início do jogo, o pau começou a rolar solto e sobrou até para as TVs, que nunca mais voltaram”, relembra Walter Farias no livro.

Acaba tendo contato também com um homem que, soube depois, fatiou a família a golpes de machado – e que se tornou seu segurança no manicômio nos momentos em que passou a ser ameçado pelos presos.

João Acácio Pereira da Costa, o Bandido da Lulz Vermelha, também esteve entre os presos do Manicômio Judiciário em duas oportunidades. Na primeira, Luz Vermelha “era tão respeitado que, se ele gostasse de um par dos sapatos dos visitantes, pedia para que deixasse como presente. Ninguém ousava desobedecer”.

Na segunda passagem, já com Walter Pires como funcionário, via-se um bandido decadente: “Várias vezes consegui falar com ele pela janela na porta da cela. Em uma dessas oportunidades, depois de achar que tinha conquistado minha confiança, ele me entregou uma carta. uma das poucas pessoas que ainda o visitavam esporadicamente, uma senhora de uma igreja, deveria recebê-la. Apesar de ter encaminhado o envelope aos chefes de disciplina, acredito que ela nunca o recebeu”, depõe o funcionário-paciente na obra.

Colapso

A vida entre assassinos e psicopatas levou Walter Farias a flertar com o medo constante e a ser finalmente vencido pela loucura. Em casa, vendo um filme sobre um presídio, o personagem central do livro viu os presos saltarem da TV preto e branco para seu próprio lar.

“Depois do filme tive a certeza de estar desempenhando o papel de carcereiro, apesar de ter entrado no Juquery como atendente de enfermagem. Concursado. Com 23 anos de idade, da noite para o dia, eu me vi cercado de criminosos com alto grau de periculosidade”, relata Pires.

Walter Farias foi internado no próprio Juquery sob a promessa de cura da paranóia. No entanto, como o psicólogo que cuidava de seu caso saiu em férias, o funcionário/paciente conheceu o inferno: foi constantemente surrado, teve parte dos dentes arrancados e sofreu ameaças de passar pelo eletrochoque.

“ECT é sigla de eletroconvulsoterapia – ou simplesmente eletrochoque. Cerca de 40 ou 50 pacientes eram submetidos ao tratamento em cada sessão. Pelo menos seis funcionários recebiam a convocação para dar conta de um paciente por vez.”

Os funcionários imobilizavam pernas e braços (um em cada membro), outro segurava a cabeça – e aplicava o choque nas têmporas – e outro sentava sobre o tronco nas pernas do paciente. “Eles [os funcionários] diziam que a força do choque poderia torcer um membro, causando lesões irreversíveis em músculos e nervos.”

O resultado do “exame” – prática praticamente abolida dos códigos de tratamento psquiátrico hoje em dia –  é que o paciente, antes em crise, praticamente adormecia depois das consulsões provocadas pelos choques.

O saldo da passagem de Walter Farias pelo Juquery foi a aposentadoria por invalidez. Diariamente são cinco medicamentos pela manhã e dois à tarde. Além disso, a cada oito horas toma três comprimidos de diazepam e um de paroxetina, para combater a depressão.

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O Capa-Branca – Blog EMT Cultura, 6 de dezembro de 2014

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Lançamento – O Capa-Branca – Daniel Navarro Sonim – Ed. Terceiro Nome

O Capa-Branca conta a história de Walter Farias, ex-atendente de enfermagem que trabalhou e foi internado em um dos maiores hospitais psiquiátricos do Brasil

No livro O Capa-Branca, o jornalista Daniel Navarro Sonim reuniu, a partir de manuscritos e entrevistas, as experiências de vida de Walter Farias, ex-funcionário que se transformou em paciente, na década de 1970, do Complexo Psiquiátrico do Juquery, em Franco da Rocha, na Região Metropolitana de São Paulo. Números oficiais dão conta que naquela época o local chegou a abrigar quase o dobro das 9 mil pessoas que tinha condição de comportar.

Aprovado no concurso público para atendente de enfermagem, Walter é designado para cuidar de pacientes acamados ou que perambulam, alheios à realidade, pelos corredores das clínicas do Hospital Psiquiátrico. A vida do protagonista de O Capa-Branca começa a tomar outro rumo depois da repentina transferência para o Manicômio Judiciário, onde ele começa a conviver com pacientes que cometeram crimes, alguns deles violentos e com requintes de crueldade.

A rotina no manicômio abala sua sanidade e o obriga a abandonar sua capa branca, o jaleco que os funcionários vestiam para trabalhar. Dali em diante, ele é obrigado a se internar. Ao se tornar mais um paciente do Juquery, passa a sentir na pele os horrores daquele lugar.

Na visão de Walter Farias, que hoje está aposentado, as pessoas acreditam que ele tenha se tornado esquisito depois da convivência por sete anos com os doentes. “Eu aposto que muita gente nem imagina quais são os verdadeiros limites da loucura. Mas será que a mente humana possui limites?”, desafia Walter.

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