Arquivo do mês: março 2014

Itamar Assumpção – Cadernos Inéditos | PublishNews, 27 de março de 2014

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Anotações de Itamar Assumpção reunidas em livro

Passada uma década da morte do autor de sucessos como Dor elegante Fim de festa, a Editora Terceiro Nome e o Itaú Cultural lançam hoje (27/03) o livro Cadernos Inéditos – Itamar Assumpção (Terceiro Nome, 240 pp., R$ 80). A coletânea reúne textos extraídos dos 60 cadernos de anotações do compositor Itamar Assumpção (1949-2003). São letras de músicas, poesias e textos ilustrados por alguns desenhos feitos por ele mesmo e por seus parceiros entre 1986 e 2003. O material foi compilado e organizado pelas filhas Anelis e Serena, pela esposa Elizena, e pelo compositor Marcelo Del Rio, vizinho da família. O lançamento acontece na Livraria Martins Fontes Paulista (Avenida Paulista, 509, São Paulo/SP), às 19h. O evento também contará com a exibição do documentário Daquele instante em diante, de Rogério Velloso, às 18h e às 20h.

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Itamar Assumpção – Cadernos Inéditos | Folha de S. Paulo (Ilustríssima), 23 de março de 2014

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Itamar Assumpção – Cadernos Inéditos | Itaú Cultural, 24 de fevereiro de 2014

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Itamar Assumpção – Cadernos Inéditos

No dia 27 de março, às 19h, o Itaú Cultural, em parceria com a Editora Terceiro Nome, convida o público para o coquetel de lançamento do livro Itamar Assumpção – Cadernos Inéditos na Livraria Martins Fontes da Avenida Paulista. O evento também contará com a exibição do documentário Daquele Instante em Diantedirigido por Rogério Velloso e que integra a Série ICONOCLÁSSICOS, produzida pelo instituto. O filme será exibido às 18h e às 20h.

Itamar Assumpção – Cadernos Inéditos é uma coletânea de textos, letras de músicas e poesias de Itamar Assumpção (1949-2003) organizada por suas filhas Anelis e Serena Assumpção, por sua esposa, Elizena Assumpção, e pelo amigo Marcelo Del Rio, que acompanhou Itamar nos últimos anos de vida. Os escritos que compõem o livro de 240 páginas foram extraídos dos 60 cadernos de anotações do cantor, alimentados entre 1986 e 2003.

Daquele Instante em Diante conta a trajetória do músico desde a vanguarda paulista na década de 1980, movimento da música alternativa da época, até sua morte aos 53 anos. O filme contém fragmentos de apresentações raras do artista, garimpadas em acervos e arquivos particulares, e entrevistas com aqueles que conviveram com ele até seus últimos dias.

Itamar Assumpção nasceu em Tietê, interior de São Paulo, e foi um compositor, cantor, instrumentista, arranjador e produtor musical. Destacou-se na cena alternativa da música e trabalhou com diversos artistas consagrados, como Paulo Leminski, Jards Macalé, Alice Ruiz e Arrigo Barnabé. Nos anos 1970 e 1980 foi um dos rostos principais da vanguarda paulista. Vítima de câncer, Itamar faleceu em São Paulo, em 2003.

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Antropologia e Performance / De que riem os boias-frias – Teatrojornal, março de 2014

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Editora lança dia 25 obras que correlacionam antropologia e teatro

A Editora Terceiro Nome e o Núcleo de Antropologia Urbana da USP lançam duas obras que correlacionam antropologia e teatro. De que riem os boias-frias? – Diários de antropologia e teatro, de John Dawsey, e Antropologia e performance: ensaios Napedra, em que Dawsey é coorganizador ao lado de Regina P. Müller, Rose Satiko Gitirana Hikiji e Marianna Francisca Martins Monteiro. Os livros serão lançados no dia 25/3, terça-feira, às 19h, no Espaço Cachuera!, em São Paulo (Rua Monte Alegre, 1.094, Perdizes, tel. 11 3872-8113).

 

Ambas as obras saem pelo selo Coleção Antropologia Hoje focado em pesquisas etnográficas, sobretudo oriundas do Núcleo de Antropologia, Performance e Drama, o Napedra, coordenado por Dawsey, professor titular do Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo (USP).

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Em De que riem os boias-frias? – Diários de antropologia e teatro (304 páginass, R$ 44), Dawsey registra sua vivência e aprendizado durante anos junto aos boias-frias. Acolhido por uma família de migrantes oriundos do norte de Minas Gerais, morou em um dos barracos que se alojam nas encostas de um pequeno abismo na periferia de Piracicaba, cidade do interior paulista. Ali ganhou o nome de João Branco. Com os boias-frias viajou diariamente aos canaviais e com eles trabalhou no corte da cana – a matéria-prima que alimentava as indústrias e os sonhos de uma nação.

Do estudo desse material emerge uma análise capaz de revitalizar o pensamento antropológico em suas interfaces com o teatro. À luz do pensamento de Walter Benjamin e do teatro épico de Bertolt Brecht, que se projeta sobre a “virada performativa” de antropólogos como Victor Turner e Clifford Geertz, se produz um modo incisivo de fazer etnografia.

Dividido em quatro partes, Antropologia e performance: ensaios Napedra (503 páginas, R$ 48) trata primeiramente da relação entre corpo, drama e memória. A segunda parte analisa performances festivas, desde as raves até rituais religiosos de devoção. Já na terceira parte, os artigos se concentram no cinema como forma de expressão. Por fim, na quarta parte, os autores discutem a descrição e abordagem analítica de processos de criação artística contemporânea.

O DVD encartado no livro traz os filmes Tribo planetária, de Carolina Abreu; Ritual da vida, de Edgar Teodoro da Cunha; Pesquisadores performers, de Francirosy Campos Barbosa Ferreira; Amores de circo, de Ana Lúcia Ferraz; A arte e a rua, de Rose Satiko e Carol Caffé; Mira, Chica, de Regina Müller; e Guerreiras e heroínas em performance, de Luciana Lyra.

Os artigos e filmes são resultado das pesquisas do Napedra, grupo que reúne antropólogos que estudam temas relacionados às artes performativas e pesquisadores das artes interessados em antropologia.

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Livro, Isto – PublishNews, 20 de março de 2014

 

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Cartuns sobre livros

Chico França lança e autografa livros nessa noite

Hoje, 20, a partir das 19h, a Matilha Cultural (Rua Rego Freitas, 542, República) recebe o lançamento e sessão de autógrafos do livro Livro, Isto (Terceiro Nome, 88 pp., R$ 35), coletânea de cartuns de Chico França sobre o universo dos escritores, livros e leitores. São 82 ilustrações, todas em preto e branco, que reservam sacadas inteligentes, inusitadas, de nonsense e simplesmente de brincadeiras. Chico se transforma em um cronista que, com seu traço, revela situações cômicas no universo de escritores. Durante o lançamento, acontece um happy hour com jazz.

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Antropologia e Performance – Portal da Unesp, 21 de março de 2014

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Livro e DVD sobre experimentos em Antropologia da Performance

Professora do Instituto de Artes da Unesp é uma das organizadoras

O livro ‘Antropologia e Performance’ (Terceiro Nome, 503 páginas, R$ 48), que tem como uma de suas organizadoras Marianna Francisca Martins Monteiro, professora do Instituto de Artes da Unesp, Câmpus de São Paulo, traz 25 artigos resultantes de pesquisas etnográficas sobre práticas performativas como o ritual, as artes da cena e o cinema.

Dividida em quatro partes, Antropologia e Performance – Ensaios Napedra (Terceiro Nome, 2013) trata primeiramente da relação entre corpo, drama e memória. A segunda parte analisa performances festivas, desde as raves até rituais religiosos de devoção. Já na terceira parte, os artigos se concentram no cinema como forma de expressão. Por fim, na quarta parte, os autores discutem a descrição e abordagem analítica de processos de criação artística contemporânea.

O DVD encartado no livro traz os filmes Tribo planetária, de Carolina Abreu; Ritual da vida, de Edgar Teodoro da Cunha; Pesquisadores performers, de Francirosy Campos Barbosa Ferreira; Amores de circo, de Ana Lúcia Ferraz; A Arte e a rua, de Rose Satiko e Carol Caffé; Mira, Chica, de Regina Müller; e Guerreiras e heroínas em performance, de Luciana Lyra.

Os artigos e filmes são resultado das pesquisas do Núcleo de Antropologia, Performance e Drama (Napedra), grupo que reúne antropólogos que estudam temas relacionados às artes performativas e pesquisadores das artes interessados em antropologia.

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De que riem os boias-frias? – Cultura FM (De volta ‘pra’ casa), 19 de março de 2014

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John Dawsey compartilha experiência antropológica em seu novo livro

“O mais surpreendente na minha experiência acabou sendo o riso dos boias-frias”, conta o autor em entrevista ao De volta ‘pra’ casa

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John Dawsey, professor titular do Departamento de Antropologia da USP, falou ao De volta ‘pra’ Casa sobre seu novo livro De que riem os boias-frias ?, que será lançado pela Editora Terceiro Nome no próximo dia 25. A obra é resultado dos anos em que viveu junto aos boias-frias.

Acolhido por uma família de migrantes oriundos do norte de Minas Gerais, ele morou em um dos barracos que se alojam nas encostas de um pequeno abismo na periferia de Piracicaba, cidade do interior paulista, onde ganhou o nome de João Branco. Com os boias-frias viajou diariamente aos canaviais e com eles trabalhou no corte da cana – a matéria-prima que alimentava as indústrias e os sonhos de uma nação.

O autor conta que o interesse surgiu desde garoto, quando morava no interior e via os caminhões de boias-frias passando como se fossem assombração. “O mais surpreendente na minha experiência acabou sendo o riso dos boias-frias. Eu andando nos caminhões, eu esperava aquele clima da dureza do trabalho, aquele esgotamento físico, nervoso. O que eu não esperava era aquele clima ‘carnavalizante’ nas carrocerias, nos próprios canaviais, essa questão na verdade de que riem os boias-frias”, compartilha o antropólogo.

Serviço:

Lançamento do livro De que riem os boias-frias? Diários de Antropologia e teatro de John Dawsey
Espaço Cachuera! – Rua Monte Alegre, 1094, Perdizes
25/03 (terça), a partir das 19h

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