Arquivo da categoria: Iconografia do Cangaço

Iconografia do cangaço – ABTV (TV Asa Branca / Rede Globo), 19 de setembro de 2015

Guerra de famílias foi um dos motivos pelos quais Lampião entrou para o cangaço

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clique na imagem para assistir à matéria do telejornal ABTV

Confira aqui mais informações sobre o livro

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Iconografia do Cangaço – Globo Notícia Europa (TV Globo Internacional), 13 de outubro de 2013

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Globo Notícia Europa mostra tudo que rolou na Flipside

A FlipSide – edição de bolso inglesa da Festa Literária Internacional de Parati – aconteceu entre 4 e 6 de outubro em Snape Maltings, na costa leste da Inglaterra. Em paralelo, havia uma mostra do artista britânico Ron King, com esculturas de cangaceiros.

O telejornal dedicou parte de sua edição à essa mostra e exibiu um trecho do DVD Lampião, o rei do cangaço, que acompanha o livro Iconografia do Cangaço e contém as únicas imagens em movimento dos cangaceiros, produzidas por Benjamin Abrahão numa nova montagem feita por Ricardo Albuquerque.

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Cangaço – Metrópolis (site), junho/2012

 

“Em tempos de um nordeste levemente medieval, em que as lendas chegavam a ser maiores que a realidade, o lendário cangaceiro Lampião já sabia que a sua imagem era fundamental para a construção do mito que ganhou até registros fotográficos e cinematográficos. O livro “Iconografia do Cangaço” apresenta a construção desse imaginário e registra também o ocaso deste banditismo da caatinga. Além das fotos, o livro traz um DVD com os 15 minutos que restaram do documentário.”

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Cangaço – O Estado de S. Paulo, maio/2012

 

“A saga de Virgolino Ferreira da Silva, o conhecido Lampião (1898-1938), é talvez uma das mais importantes e conhecidas da história brasileira. Envolto em lendas e verdades, o Rei do Cangaço povoa até hoje o imaginário nacional. Mas a trajetória desse fenômeno social remonta ao século 18, quando bandos de cangaceiros passaram a se formar no Nordeste.”

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Cangaço – Folha de S. Paulo, abril/2012

 

“O fotógrafo libanês Benjamin Abrahão (1890-1938) registrou o cotidiano de Lampião e dos cangaceiros de seu bando com câmeras cedidas por Adhemar Albuquerque, avô do organizador da edição de “Iconografia do Cangaço” (Terceiro Nome, 218 págs., R$ 120), Ricardo Albuquerque.”

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Cangaço – Carta Capital, maio/2012

 

“Estivessem em atividade hoje, os cangaceiros talvez fossem vistos no plenário de alguma casa legislativa do País,- anéis de ouro e prata em profusão e chapéus meia-lua a ostentar nas abas símbolos como a flor-de-lis e a Cruz de Malta. Vaidosos, esses populares bandoleiros, heróis e algozes conviveram com o governo oficial mais do que se esperaria, a exemplo de Lampião, tornado capitão pelo Exército e cooptado pelo Estado Novo no combate à Coluna Prestes. O cangaço barbarizava os que a ele se opunham, latifundiários ou sertanejos, e lançava trocados à comunidade para perpetuar a fama de benevolência.”

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Cangaço – Diário do Nordeste, junho/2012

 

“Ricardo Albuquerque explica que a fotografia foi muito importante para Lampião e para a imprensa. “Antes já se falava dos cangaceiros, mas não havia imagens”, comenta o organizado de “Iconografia do Cangaço”. Foram esses registros que ganharam as páginas dos jornais e a imaginação popular. As notícias ora enalteciam os feitos de bravura, ora condenavam a crueldade de seus crimes, mas invariavelmente se incorporavam ao imaginário do povo, sendo tema de canções populares e de uma infinidade de cordéis.”

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