Arquivo do mês: agosto 2013

Florestas do meu Exílio – Rádio cultura, agosto/2013

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“”Me arrisco a dizer que FLORESTAS DO MEU EXÍLIO será tema de um filme sensacional: o livro conta a história real do período terrível em que uma pessoa conhecidíssima no meio político fugia da ditadura brasileira.”

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Heitor – Revista da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica

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“Seja um instinto de morte contraposto a um instinto de vida aceito ou não pela psicanálise, a destrutividade humana, a devastação da violência perpetuada entre semelhantes, é fato que preocupou os pilares da psicanálise moderna: Freud e Jung. A esse respeito estavam profundamente irmanados. O romance Heitor cizela plasticamente e de modo surpreendente os dois impulsos – determinantes da vida humana: sexualidade e destruição, a vida / morte, a morte / vida, o enigma da criação e das emoções, o aberto e o fechado, o amor e o ódio, o céu e o inferno, o castigo e a redenção.  O drama da petrificação  (Piera),  o homem /macho dominante patriarcal ( Heitor), os filhos da civilização e do casal fundamental do Ocidente  (Ângelos – Lamas), assim, feitos de espírito e de terra, com a sobrevivência ameaçada e a ânsia de amor frustrada.”

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Caranguejo bom de bola – Blog do Aldo, agosto/2013

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Martim, um dos personagens principais do livro “Caranguejo Bom de Bola”, de Carlos Castelo, é um garoto solitário que tem tudo o que quer e passa as tardes jogando futebol no videogame. Seus pais são muito ocupados, trabalham o dia inteiro, e ele fica aos cuidados de Ernesta, a auxiliar do lar.

Quando a diretora do colégio mostra o boletim cheio de notas vermelhas, os pais decidem mudar drasticamente os hábitos de Martim. Afinal, suas notas, igual a um caranguejo, não estavam andando para frente. Ao conhecer Elvis, um garoto pobre do bairro, sua vida vira de cabeça para baixo. Juntos vão descobrir novas brincadeiras e, com a ajuda do novo amigo Martim tentará se tornar artilheiro também no campinho de terra.”

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Mar sem fim – Revista Nautica, agosto/2009

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“Pouco mais de quatro anos depois do início de uma expedição a bordo de um veleiro, a série de documentários Mar Sem Fim é lançada nacionalmente em uma caixa com quatro DVDs e cerca de sete horas de filmagens. A viagem do jornalista João Lara Mesquita, que percorreu toda a costa litorânea brasileira, do Rio Oiapoque (na Região Norte) ao Chuí (Região Sul), havia sido exibida de abril de 2005 a abril de 2007, pela TV Cultura (Fundação Padre Anchieta), no formato de 90 documentários de 30 minutos cada um. Esse trabalho foi indicado para o Prêmio Jabuti, na categoria Reportagem.”

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Mar sem fim – Academia Paulista de Letras

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“Na terça – feira da semana passada a Crônica da Cidade anunciou o lançamento do livro de João Lara Mesquita,eternizando a viagem maravilhosa que fez ao longo de dois anos, descendo a costa brasileira abordo de seu veleiroMar Sem Fim.

O lançamento foi um sucesso, numa noite mágica, onde as pessoas de bem com a vida pareciam embarcadas noveleiro do João, numa viagem para outra realidade, fora dos limites de São Paulo.”

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Mar sem fim – Bradesco Saúde (site), 2009

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“O jornalista e comandante João Lara Mesquita passou por toda a costa brasileira a bordo do seu veleiro Mar sem Fim entre os meses de abril de 2005 e de 2007. Ele percorreu aproximadamente 6 mil milhas, ou seja, cerca de 11 mil quilômetros, entre o Oiapoque, no extremo norte do Brasil, e o Chuí, no sul do País. A intenção do jornalista era produzir uma série de noventa documentários de trinta minutos cada um – programa que foi exibido pela TV Cultura de São Paulo. Mas com tanto material em mãos, o jornalista realizou muitos projetos.”

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Mar sem fim – Gestão Universitária (site), setembro/2007

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“Saímos da cidade de Oiapoque em direção a Mont Dargent – uma localidade fora do estuário do rio, no lado francês -, onde pretendíamos passar a noite. Só que, umas quinze milhas antes de chegarmos, o Mar Sem Fim encalhou num banco de areia. A maré estava começando a baixar, e em alguns minutos o veleiro já estava quase “deitado” de lado, bastante adernado. Não houve jeito: tivemos que passar a noite ali mesmo.

Uma das ameaças é a enorme falta de saneamento básico. Esgotos correm soltos. No município do Oiapoque, pudemos observar que todo o esgoto dos mais de 12 mil habitantes é despejado diretamente no rio – a despeito das inúmeras placas colocadas pelo Governo do Estado e pela Prefeitura, em português e francês, pedindo aos moradores que preservem o rio, “fonte de vida”.”

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