Arquivo da categoria: Nunca o nome do menino

Nunca o nome do menino – Rizzenhas (site)

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“No mundo da literatura, acompanhamos diversos tipos de pessoas de lugares distantes e inimagináveis, e que geralmente existem apenas na ficção. No máximo, inspiram-se em algum nome notório, uma técnica que estimula ainda mais a fantasia do leitor. Mas e se uma personagem de um livro qualquer realmente existisse? Não no sentido de ser parecido com ela, mas de ser ela mesmo? E se essa personagem descobrir que toda sua vida foi escrita, guiada por uma linha de texto? Provavelmente, a concepção de que todos são livres e donos do seu próprio destino cairia por terra.”

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Nunca o nome do menino – Blog do Levi, agosto/2009

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Nunca o nome do menino, de Estevão Azevedo, lançado pela Editora Terceiro Nome, busca dialogar com obras da tradição literária ocidental, especialmente do século XX, nas quais é representado o rompimento da fronteira que separa as personagens dos livros e seus próprios autores.

Quando colidem essas duas instâncias da literatura, normalmente distantes – de um lado o escritor, com poder de vida e morte sobre sua criação, de outro as personagens, títeres trabalhando cegamente em favor da obra – a narrativa entra em xeque e o leitor é levado a refletir sobre o caráter ficcional de sua própria vida. André Gide, em Os moedeiros falsos, Miguel de Unamuno, em Névoa, Luigi Pirandello, em Seis Personagens a procura de um autor, e Jorge Luis Borges, em Ficções, utilizaram-se desse “curto-circuito” narrativo na sua arte de contar histórias. Em Nunca o nome do menino, a personagem principal, uma mulher, nos relata os dias de sua vida que se seguiram ao momento em que ela descobre seu status de personagem de uma ficção que não aprecia e cujo autor despreza.”

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Nunca o nome do menino – Amálgama, fevereiro/2009

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“Na literatura, autores e leitores brincam de Deus o tempo inteiro. A cada texto, os autores criam um universo particular que julgam absoluto; enquanto cabe aos leitores as mais diversas interpretações e, portanto, as constantes recriações desse universo. Sendo assim, leitores também são autores, até porque é imprescindível que os escritores também sejam leitores.

Uma obra literária, quando é muito requisitada, é um work in progress, pois nunca deixa de ser reescrita a cada leitura. Não seria exagero dizer que os laços que ligam autor e obra constituem uma relação umbilical, com troca de influências para ambos os lados. Afinal, não é só a personagem de um livro que necessita de seu autor, mas o próprio autor também precisa de sua obra. Quem foi que disse que Deus, se é que Ele existe, não precisa de suas reles criaturas para existir, mesmo com toda a sua onipotência? É o autor que cria a personagem ou é a personagem que cria o autor?”

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Nunca o nome do menino – Rascunho, março/2009

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outubro 15, 2012 · 7:47 pm

Nunca o nome do menino – Folha de S. Paulo

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outubro 15, 2012 · 7:29 pm

Nunca o nome do menino – O Estado de S. Paulo

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outubro 15, 2012 · 7:25 pm

Nunca o nome do menino – Folha de S. Paulo, dezembro/2008

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outubro 15, 2012 · 7:15 pm