Arquivo do mês: agosto 2018

Proibido roubar na quebrada: território, hierarquia e lei no PCC – Justificando/ Carta Capital – 10 de julho de 2018

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“Para escrever seu primeiro livro, Junto e Misturado: Uma Etnografia do PCC, Karina Biondi se valeu de uma posição bastante peculiar nas penitenciárias: a de antropóloga e esposa de esposa de detento. Seis anos depois, seu marido foi inocentado, mas Biondi continuou sua pesquisa. Agora, lança É Proibido Roubar na Quebrada: Território, Hierarquia e Lei no PCC, resultado de sua tese de doutorado, publicada em 2015.

Se, no primeiro livro, a autora se concentrou na atuação da facção dentro dos presídios de São Paulo, no segundo expande seu olhar para fora. “As cadeias estão muito presentes no cotidiano das quebradas, seja pelo trânsito daqueles que vão presos e depois voltam, seja pela ausência dos que não estão nas quebradas ou, ainda, pela comunicação que se dá entre os lugares”, avalia a autora.”

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Proibido roubar na quebrada: território, hierarquia e lei no PCC – Radio Cultura – 10 de julho de 2018

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“A antropóloga Karina Biondi, autora de “Junto e misturado: uma etnografia do PCC”, considerado o Melhor Livro do Ano pela Associação para Antropologia Legal e Política/Associação Antropológica Americana em 2017, lança “Proibido roubar na quebrada: território, hierarquia e lei no PCC”.

As obras conduzem o leitor ao universo pouco conhecido do Primeiro Comando da Capital (PCC). “Procurei fugir da perspectiva de Segurança Pública para dialogar com outras obras da antropologia para entender o modo de ver o mundo, a existência e a organização”, disse Karina em participação no “De Volta ‘Pra’ Casa”.”

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O Capa-Branca – de funcionário a paciente de um dos maiores hospitais psiquiátricos do Brasil – Portal da Prefeitura de Franco da Rocha – 24 de maio de 2018

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“A Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Franco da Rocha convida a população para a palestra do ex-funcionário do hospital psiquiátrico Juquery, Walter Farias. A história de Walter resultou no livro “O Capa Branca”, escrito pelo jornalista Daniel Navarro, que também estará na atividade. Após anos cuidando de pessoas, o auxiliar de enfermagem tornou-se paciente do hospital.

O evento acontecerá na terça-feira, 12 de junho, às 10h, na Casa de Cultura Marielle Franco, e integra o curso “Memória e história: técnicas de pesquisas para produção de acervo cultural”, que faz parte do programa Franco Memória. ”

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Cadeias dominadas – A Fundação CASA, suas dinâmicas e as trajetórias de jovens internos – Revista de Antropologia da UFSCar – 16 de agosto de 2017

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“O livro de Fábio Mallart é uma joia etnográfica quando se trata dos ricos e incontáveis
registros visuais e escritos que o autor fez a partir de suas experiências diárias, como educadorcultural, ministrando oficinas de fotografia aos jovens internos da Fundação CASA. A partir desses registros, Mallart nos conta sobre as lógicas de funcionamento da antiga FEBEM e as dinâmicas e trajetórias dos jovens internos.”

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A flecha do ciúme – o parentesco e seu avesso segundo os Aweti do Alto Xingu – Biblioteca Digital de Periodicos/UFPR – 29 de março de 2017.

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” O livro de Marina Vanzolini trilha o caminho dos avessos para nos contar sobre o complexo multiétnico e multilíngue do Alto Xingu, que se assenta no Brasil Central, zona de transição entre a vegetação amazônica e o cerrado brasileiro. Localizado na parte sul do Parque Indígena do Xingu (PIX), extremo alto da bacia hidrográfica, o complexo xinguano consiste em um conjunto de povos falantes de línguas aruak, karib, tupi, além dos Trumai, falantes de uma língua isolada, povos que partilham uma definição recíproca de humanidade, uma estética ritual, uma terminologia de parentesco e um corpus mítico relativamente homogêneos. Sua pré-história remonta cerca de mil anos atrás, quando povos aruak teriam ocupado a região, seguidos por povos karib, que gradativamente firmaram relações pacíficas com os primeiros. Pouco a pouco, outros povos foram se incorporando pelo estabelecimento de relações matrimoniais, cerimoniais e econômicas. No livro, entretanto, a base aruak-karib deste sistema regional, assertada pela arqueologia e pela história oral destes povos, sai do primeiro plano abrindo espaço para uma narrativa tupi, do povo Aweti: Vanzolini aposta no rendimento das bordas, dos limites, para caracterizar a identidade xinguana – a xinguanidade – e por tal, enraíza sua perspectiva em um dos últimos povos a se integrar ao complexo, provavelmente nos fins do século XVIII.”

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Paisagens Ameríndias: lugares, circuitos e modos de vida na Amazônia – Biblioteca Digital de Periódicos/UFPR – 30 de outubro de 2015

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“Paisagens Ameríndias: Lugares, Circuitos e Modos de Vida na

Amazônia”, organizado por Marta Amoroso e Gilton Mendes é resultado
de um “Programa de Cooperação Acadêmica” entre os departamentos de
Antropologia da Universidade Federal do Amazonas e a Universidade de São
Paulo. “Paisagens Ameríndias” tem uma marca própria, apresenta abordagens
inovadoras para temas clássicos, novos modos de fazer etnografia e
antropologia na Amazônia. Se pesquisar na Amazônia é pesquisar “na
floresta”, as novas investigações acontecem também nas cidades, escolas,
articuladas em torno de projetos (de revitalização cultural, de desenvolvimento
local, de conservação, geração de renda), da economia do aviamento, das
diferentes conexões possíveis entre o meio urbano emergente e a vida nos
“beiradões”. Autores indígenas fazem antropologia, expondo equivocações
etnográficas indicando novos caminhos para a disciplina. O americanismo,
criticado por supostamente isolar e tornar “exóticos” temas e povos indígenas,
aqui mostra de forma competente como as cosmografias indígenas, antes de
fechadas em si mesmas, emergem relacionadas ao conjunto de mudanças
pelo qual passa a Amazônia e se atualizam dentro da própria universidade.”

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As folhas do cedro – Folha de São Paulo/Ilustrada – 1 de abril de 2018

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“Aos 50 anos e completando 30 de carreira, o dramaturfo paulistano Samir Yazbek prepara a celebração para o segundo semestre. Mas não quer olhar para trás.

Autor de peças premiadads como “As Folhas do Cedro”, encenada em 2010, ele se vê numa virada e nao quer saber de retrospectiva, mas dos novos textos que vem escrevendo e reescrevendo”

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