Arquivo da categoria: Joias de crioula

Joias de Crioula – Folha de S. Paulo, outubro/2011

 

“As escravas de origem africana trazidas ou nascidas no Brasil nos períodos colonial e do Império não só usavam acessórios sofisticados como deram os primeiros passos na criação de um estilo de joalheria que pode ser considerado tipicamente brasileiro.
“Os índios não trabalhavam com metalurgia. As portuguesas e brasileiras brancas importavam o estilo europeu. Já as escravas, a partir de um mix de estilos, inauguraram um novo capítulo no design de joias”, afirma a pesquisadora e artista plástica Laura Cunha, autora do livro “Joias de Crioula”.”

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Joias de Crioula- Chic (site), outubro/2011

 

“O fotógrafo Thomas Milz e a ourives Laura Cunha reuniram imagens da produção de joalheria crioula feita no Brasil no século 18 e organizaram o livro Joias de Crioula (R$ 110). O volume reúne fotografias de acessórios produzidos por mulheres negras, escravas ou forras, que viviam nas cidades e, a partir de moedas e outras sobras de metal, criavam joias que misturam influência africana, europeia e islâmica.”

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Joias de Crioula – Mulher Negra & cia

 

“oucas são as publicações que tratam do período da escravidão no Brasil, entre século 18 e 19. Por isso fica difícil imaginar que, em meio a tanto horror, as escravas se preocupavam com jóias. Historiadores dão várias explicações para a palavra crioula, mas aqui crioula eram negras forras ou escravas que viviam na cidade. As crioulas de uma certa maneira burlavam o sistema. Podiam ter um pequeno comércio (parte da renda era dada ao patrão), ou até mesmo se prostituir. Juntavam algum dinheiro para comprar a própria liberdade e de membros da família. E, muitas vezes, esse dinheiro era aplicado em jóias que depois poderiam ou não ser vendidas. Durante 5 anos a ourives Laura Cunha e o fotógrafo alemão Thomas Milz procuraram pelo Brasil essas jóias. Encontraram em museus e também em coleções particulares. Além de um lindo, com fotos bem tratadas, o livro Jóias da Crioula  é fruto de uma bela pesquisa que merecemos conhecer. Tem histórias  até de amor.”

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Joias de Crioula – Publishnews

“Brasil, século XVIII. Os primeiros centros urbanos brasileiros crescem de forma rápida e intensa, com a economia apoiada na escravidão. As minas são descobertas e o ouro é farto, cobrindo as cidades de arte barroca. É nesse contexto que são produzidas as joias de crioula, feitas e usadas pela população negra, forra ou escrava, como símbolo de poder, sedução e magia. E essa é história a contada pelo fotógrafo Thomas Milz e pela ourives Laura Cunha no livro Joias de crioula.”

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Joias de Crioula, Tramas da moda (site), agosto/2012

 

“Está em cartaz, na Caixa Cultural SP, até o dia 23 de setembro, a linda exposição Joias de Crioulas, com itens que fazem parte da coleção do Museu Carlos Costa Pinto, de Salvador (BA).

A mostra, promovida pelo Instituto Victor Brecheret (IVB), com patrocínio da Caixa Econômica Federal, revela raridades históricas: joias que pertenceram a mulheres negras da Bahia, dos séculos XVIII e XIX, e que contam um verdadeiro testemunho social e econômico de uma época.”

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Joias de Crioula – Daniela Santos (blog), janeiro/2012

 

“As escravas que aportaram na Bahia nos séculos XVIII e XIX chegaram aqui adornadas por muitos colares, brincos e outras joias exuberantes. O motivo? Vinham da “Costa do Ouro”, uma colônia portuguesa localizada na África, no território onde hoje fica a Guiné. As ‘joias crioulas’, como ficaram conhecidas, até hoje fazem parte do acervo do Museu Carlos Costa Pinto, em Salvador (BA). As joias diferenciam-se das usadas pelas mulheres da aristocracia açucareira baiana pelas suas cores e formas, sempre muito chamativos.”

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Joias de Crioula – Caiman.de, outubro/2011

 

“Brasil, século XVIII. Os primeiros centros urbanos brasileiros crescem de forma rápida e intensa, com a economia apoiada na escravidão. As minas são descobertas e o ouro é farto, cobrindo as cidades de arte barroca. É nesse contexto que são produzidas as joias de crioula, feitas e usadas pela população negra, forra ou escrava, como símbolo de poder, sedução e magia.”

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