Arquivo da categoria: Roteiro da intolerância – A censura cinematográfica no Brasil

Roteiro da intolerância – Estação virtual

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“A partir de um empenhado trabalho de pesquisa, Inimá Simões, jornalista e professor de cinema, traça um amplo painel das atividades proibitivas sobre o cinema no Brasil neste século em seu livro “Roteiro da Intolerância – A Censura Cinematográfica no Brasil” (editoras Senac SP e Terceiro Nome). Direcionada, objetiva e com um roteiro muito bem definido ao longo de suas 250 páginas, a obra de Simões passa a constituir título referencial para o estudo da censura na cinematografia nacional. Mas, além de sua importância documental, o livro tem ainda outros atributos.”

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Roteiro da Intolerância – Curta agora (site)

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“Um censor, velho professor em São Paulo, não satisfeito em desvendar pretensas técnicas utilizadas pelos cineastas para emitir mensagens subliminares (aquelas que levariam os expectadores a aderirem inconscientemente à causa do comunismo internacional), chegou a afirmar em correspondência a um general, que os filmes de Kung-Fu eram difusores das teses de Mao Tse-Tung. Outro, escalado para examinar “Macunaíma”, filme de Joaquim Pedro de Andrade, assim o descreveu: “Macunaíma, um preto que vira branco e vai para a cidade dar vazão aos seus instintos sexuais, voltando depois para a selva, de onde viera”. Indicou então uma dezena de cortes, entre os quais a expressão “Muita saúva e pouca saúde, os males do Brasil são o que são”, que qualquer estudante aprende ao tomar contato com a literatura brasileira do século XX.”

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Roteiro da intolerância – Folha de S. Paulo, maio/99

capa roteiro da intolerancia“O livro “Roteiro da Intolerância – A Censura Cinematográfica no Brasil”, que será lançado hoje à noite no Espaço Unibanco de Cinema, poderia ser apenas um delicioso besteirol.
Bastaria para isso que seu autor, o pesquisador e crítico Inimá Simões, se limitasse a transcrever os pareceres da censura sobre os filmes interditados ou mutilados em nome da “segurança nacional” ou dos “valores morais da família brasileira”.
Mas o livro vai muito além disso. Ancorado numa pesquisa cuidadosa nos arquivos da censura e em entrevistas com cineastas e censores, o autor explicita a gênese e o mecanismo de funcionamento dessa máquina de cercear a informação e a imaginação.”

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