Arquivo da categoria: Euclidianos e conselheiristas – Um quarteto de notáveis

Euclidianos e conselheiristas – Portal Cronópios, janeiro/2010

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“Quem lê Euclides da Cunha, desde o primeiro momento vê que há dois Brasis: um inclemente, e outro das inclemências”. As palavras de Antonio Houaiss são de uma atualidade medonha, aplicáveis para caracterizar vários setores, instituições, fundações, etc. e comportamentos pessoais e públicos da vida nacional. Quem se interessa pela história e pelos rumos da cultura brasileira têm que ler este debate com alguns dos mais brilhantes estudiosos da obra de Euclides da Cunha e da Guerra de Canudos, presentes em Euclidianos e Conselheiristas: um quarteto de notáveis (Organização de Walnice Nogueira Galvão, Editora Terceiro Nome, São Paulo, SP, 2009, 120 Páginas, R$ 29,00).”

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Euclidianos e conselheiristas – O Estado de S. Paulo, setembro/2009

Euclidianos Capa.indd   ” A impressão forte que fica da leitura deste Euclidiana é a de um largo memorial que sedimenta a trajetória da pesquisadora Walnice Nogueira Galvão nas trilhas no mais das vezes imprevistas dos estudos que foi acumulando em torno do criador de Os Sertões.   São 16 artigos distribuídos entre quatro seções temáticas e uma apresentação, abarcando um longo intervalo de 25 anos, desde seu ensaio seminal sobre a formação intelectual de Euclides da Cunha em seus anos de Escola Militar, saído numa antologia coordenada por Florestan Fernandes, em 1984 – ao contrário do que se poderia supor, a grade curricular da instituição era bem abrangente, generalista, e abrigava as humanidades com destaque, para além das ciências e engenharia -, até seu recente Euclidianos e Conselheiristas: Um Quarteto de Notáveis, saído ainda agora em número especial da Revista Brasileira, da Academia Brasileira de Letras, em homenagem ao centenário da morte do escritor. Nesse texto, Walnice homenageia Antonio Houaiss, Franklin de Oliveira, José Calasans e Oswaldo Galotti (fundador, não da Semana Euclidiana, em 1912, como afirma a autora, mas da Maratona Euclidiana, em 1939), numa mesa-redonda quase mitológica em torno de seus próprios fantasmas sobre a obra do escritor, ali pelos idos de 1986.”

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