Arquivo da categoria: Alfredo Mesquita – um grã-fino na contramão

Alfredo Mesquita – Guia da Semana

Alfredo Capa

 

“Um celeiro dos melhores artistas brasileiros. É assim que muitos definem a Escola de Arte Dramática. E, embora algumas pessoas não saibam, nomes consagrados do teatro nacional já deixaram suas lágrimas, risos, abraços, gritos e aplausos nos ares da instituição. Ney Latorraca, Glória Menezes, Francisco Cuoco, Aracy Balabanian, Leonardo Villar, Elizabeth Savala, Caco Ciocler, Juca Chaves, Marisa Orth e Edson Celulari foram alguns deles.

Formadora de atores, cenógrafos, críticos, dramaturgos e diretores, a primeira escola de teatro foi fundada no país em 1948, por Alfredo Mesquita (1907-1987), filho de Julio Mesquita, o patriarca do jornal O Estado de S. Paulo. Foi por conta da sua paixão pela cena e falta de interesse em participar dos acontecimentos do jornal que o até então advogado se voltou às artes e transformou o fazer teatral no país. O personagem irreverente recebeu no fim de 2007, ano de seu centenário, uma biografia que leva o nome de Alfredo Mesquita- um grã-fino na contramão, escrita pela dramaturga e jornalista Marta Góes.”

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Alfredo Mesquita- Penteado Mendonça advocacia

Alfredo Capa

 

“Marta Goes acabe de publicar Alfredo Mesquita – Um grã-fino na contramão. O livro seria uma biografia, se não fosse mais. Mas ele é mais. É antes de tudo a história da profissionalização do teatro paulista, ou de sua construção, através da análise de suas três primeiras décadas, iniciando a narrativa em meados de 1930, quando Alfredo Mesquita inicia sua trajetória. Escrito com um olhar impregnado de amor, o livro narra a trajetória deste homem extraordinário, criador de um “caso de sucesso”, levado ao ar pela primeira vez quando o teatro era visto como atividade pouco séria pela sociedade brasileira da época.

Filho mais moço de Júlio Mesquita o fundador da dinastia que há mais de cem anos controla o jornal O Estado de S. Paulo, Alfredo Mesquita por nunca haver participado do cotidiano do jornal, acabou ficando a margem, um pouco apagado pela figura do irmão mais velho, Julio de Mesquita Filho.”

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Alfredo Mesquita – O Estado de S. Paulo, dezembro/2007

Alfredo Capa

 

“É biografia, mas tem sabor de literatura a forma como Marta Góes narra o que ia pela cabeça e pelo coração de alguns alunos ao pisarem pela primeira vez na Escola de Arte Dramática. Por exemplo, a perplexidade em sua primeira visita, em 1948, de um jovem alfaiate curioso, que mal sabia o que era teatro, e encontra Cacilda Becker dando aula, a quem pergunta, timidamente, o que se faz para estudar ali. Era Leonardo Villar, que mais tarde vai brilhar como ator no filme O Pagador de Promessas. Na turma de Cacilda, sentado na primeira fila, estava o então protético José Renato, mais tarde fundador do Arena.”

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Alfredo Mesquita – Diarioweb (site), julho/2008

Alfredo Capa

 

“Ler a jornalista e dramaturga Marta Góes, que vem a Rio Preto, hoje, seja numa de suas inúmeras reportagens escritas para alguns dos mais importantes veículos do País, ou num de seus livros escritos com o mais puro conhecimento do assunto, qualquer que seja o tema a que se propõe debruçar, é sempre prazeroso. Daí o inusitado de tê-la em Rio Preto, durante o Festival Internacional de Teatro, quando lança aqui a biografia de “Alfredo Mesquita – Um grã-fino na contramão”, pelas editoras Albratroz, Loqüi e Terceiro Nome, que realizam o lançamento da obra hoje no espaço Riopretana Cervejaria, que fica na vicinal de Schimitt, às 20 horas. A obra é indicada ao Prêmio Portugal Telecom. ”

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Alfredo Mesquita – Controvérsia (blog), janeiro/2008

Alfredo Capa

 

“A memória cultural brasileira é um mistério. Teses, biografias, exposições esmiúçam a vida e a obra de alguns poucos vultos insignes e é só. Uma espécie de conspiração silenciosa limita o estudo do que houve após a Semana de 22 e o romance de 30. Claro, as exceções existem: Oscar Niemeyer, Clarice Lispector, Guimarães Rosa, João Cabral. Mas há um buraco negro na produção de pesquisas e análises sobre o que aconteceu dos anos 30 aos 60 da nossa vida cultural. Pode ser a sombra da ditadura getulista obscurecendo o muito que aconteceu e se fez em São Paulo e no Rio de Janeiro nessa época. Falar do resto do Brasil, então, é uma brincadeira.”

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Alfredo Mesquita – Academia Paulista de Letras

Alfredo Capa

“Marta Goes acabe de publicar Alfredo Mesquita – Um grã-fino na contramão. O livro seria uma biografia se não fossemais. Mas ele é mais. É a história da profissionalização do teatro paulista, ou de suas primeiras três décadas,contada com um olhar impregnado de amor. Pela história e pelo personagem principal, Alfredo Mesquita, pai destaaventura e um dos principais homens da cultura do Brasil do século 20.

Filho mais moço de Júlio Mesquita o fundador da dinastia que há mais de cem anos controla o jornal O Estado de S. Paulo, Alfredo Mesquita por nunca haver participado da vida do jornal, acabou ficando a margem, um poucoapagado pela figura do irmão Julio de Mesquita Filho.”

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Alfredo Mesquita – Veja S. Paulo, dezembro/2007

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