Arquivo do mês: janeiro 2013

Allegro – O Estado de S.Paulo, maio/2003

allegro2

 

“Um fantasma que se preocupa com a própria mãe, um comerciante português que adota um adolescente mongolóide abandonado à sua porta, um menino que detecta mentiras apenas pela expressão facial – acreditando que a rotina de uma cidade pode ser marcada por fatos inusitados, o jornalista e escritor Fernando Portela produziu uma série de contos que retratam determinados aspectos da sociedade. Alguns deles foram reunidos e resultaram no livro Allegro – Tragicomédias, Delírios, Realismo Ambigüidades (Terceiro Nome, 416 páginas, R$ 38), que será lançado hoje, a partir das 19 horas, no Restaurante Rôti. ”

Leia mais aqui

Deixe um comentário

Arquivado em Allegro - tragicomédias, delírios, realismo, ambiguidades

E se a literatura se calasse? – Cultura +, maio/2011

E se a literatura Capa Final.indd

““E se a literatura se calasse?”, é a mais nova obra da escritora Thais Rodegheri Manzano, que retrata a história em três etapas: A Era da Inocência, da Maturidade e da Ansiedade. Com uma abordagem inédita, o livro é um romance sobre a aventura do romance. O personagem acompanha cada momento de transformação da sociedade. E é daí que vem o curioso título “E se a literatura se calasse?”, pois o personagem passa por tantas transformações ao longo dos anos, que no século XX ele some, deixando apenas a sua voz, como uma espécie de metáfora.”

Leia mais aqui

Deixe um comentário

Arquivado em E se a literatura se calasse? - a história do romance da antiguidade ao século XX

E se a literatura se calasse? – O Estado de S. Paulo, maio/2011

E se a literatura Capa Final.indd

“Assim, para não deixar de existir, continuará falando e, mesmo se nada tiver a dizer, a literatura não poderá se calar.” A conclusão de Thais Rodegheri  Manzano, no fim do livro “E Se a Literatura se Calasse?” (Ed. Terceiro Tempo, 129 págs.), resume o ponto de vista da autora sobre a função da literatura e a forma como os romances evoluíram desde a Antiguidade. O livro será lançado nesta segunda-feira, 16, na Livraria da Vila, na Vila Madalena, zona oeste de São Paulo.”

Leia mais aqui

Deixe um comentário

Arquivado em E se a literatura se calasse? - a história do romance da antiguidade ao século XX

E se a literatura se calasse? Amálgama, setembro/2011

E se a literatura Capa Final.indd

 

“O título do novo livro da jornalista, escritora, tradutora e professora Thais Rodegheri Manzano pode enganar o leitor. E se a literatura se calasse? pode remeter ao futuro da literatura, que hoje muitos dizem não ter qualidade (enquanto ela tem, sim), ou que a arte esteja, na verdade, acabando. Ou melhor, não a literatura em si, mas o romance, esse gênero literário que somos condicionados a ler nas escolas e, se dermos sorte, passaremos a ler pela vida toda. Contudo, não é sobre o futuro do romance que Thais discorre, mas sim sobre a área que ela leciona na FAAP, em São Paulo: História da Literatura. E se a literatura se calasse? fala é sobre “os impasses do romance da Antiguidade ao século XX”, como revela o subtítulo, indo do seu surgimento até o momento em que as bases do romance são renegadas pelos seus próprios autores.”

Leia mais aqui

Deixe um comentário

Arquivado em E se a literatura se calasse? - a história do romance da antiguidade ao século XX

Vera Martins – Versatille, dezembro/2012

capa vera

 

“Prossegue até sábado (22.12) a exposição da artista Vera Martins na Galeria Jaqueline Martins, em São Paulo. A mostra está aberta desde o último sábado (15.12) quando ocorreu o lançamento do livro Vera Martins: pintura por desconstrução, editado pela Fundação Stickel e pela Terceiro Nome. O título registra a obra da artista plástica que propõe a desconstrução do suporte da pintura. Desfiando a tela, Vera a transforma em fios e eles, por sua vez, tornam-se chicote e pincel, impondo suas marcas, formas e nós que geram linhas em uma ação enérgica, corporal e vital.  A artista vem de uma família de fiandeiras portuguesas que faziam à mão todas as etapas do trabalho: o plantio do linho, a sedagem, a fiação e o tear dos lençóis. Quem ficou interessado nesta técnica pode conferir aqui uma demonstração.”

Leia mais aqui

Deixe um comentário

Arquivado em Vera Martins - Pintura por desconstrução

Alfredo Mesquita – Guia da Semana

Alfredo Capa

 

“Um celeiro dos melhores artistas brasileiros. É assim que muitos definem a Escola de Arte Dramática. E, embora algumas pessoas não saibam, nomes consagrados do teatro nacional já deixaram suas lágrimas, risos, abraços, gritos e aplausos nos ares da instituição. Ney Latorraca, Glória Menezes, Francisco Cuoco, Aracy Balabanian, Leonardo Villar, Elizabeth Savala, Caco Ciocler, Juca Chaves, Marisa Orth e Edson Celulari foram alguns deles.

Formadora de atores, cenógrafos, críticos, dramaturgos e diretores, a primeira escola de teatro foi fundada no país em 1948, por Alfredo Mesquita (1907-1987), filho de Julio Mesquita, o patriarca do jornal O Estado de S. Paulo. Foi por conta da sua paixão pela cena e falta de interesse em participar dos acontecimentos do jornal que o até então advogado se voltou às artes e transformou o fazer teatral no país. O personagem irreverente recebeu no fim de 2007, ano de seu centenário, uma biografia que leva o nome de Alfredo Mesquita- um grã-fino na contramão, escrita pela dramaturga e jornalista Marta Góes.”

Leia mais aqui

Deixe um comentário

Arquivado em Alfredo Mesquita - um grã-fino na contramão

Alfredo Mesquita- Penteado Mendonça advocacia

Alfredo Capa

 

“Marta Goes acabe de publicar Alfredo Mesquita – Um grã-fino na contramão. O livro seria uma biografia, se não fosse mais. Mas ele é mais. É antes de tudo a história da profissionalização do teatro paulista, ou de sua construção, através da análise de suas três primeiras décadas, iniciando a narrativa em meados de 1930, quando Alfredo Mesquita inicia sua trajetória. Escrito com um olhar impregnado de amor, o livro narra a trajetória deste homem extraordinário, criador de um “caso de sucesso”, levado ao ar pela primeira vez quando o teatro era visto como atividade pouco séria pela sociedade brasileira da época.

Filho mais moço de Júlio Mesquita o fundador da dinastia que há mais de cem anos controla o jornal O Estado de S. Paulo, Alfredo Mesquita por nunca haver participado do cotidiano do jornal, acabou ficando a margem, um pouco apagado pela figura do irmão mais velho, Julio de Mesquita Filho.”

Leia mais aqui

Deixe um comentário

Arquivado em Alfredo Mesquita - um grã-fino na contramão