Arquivo do mês: abril 2014

Itamar Assumpção – Cadernos Inéditos | TV Cultura (Mais Cultura), 22 de abril de 2014

Entrevista com Anelis e Serena Assumpção.

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Zo’é – Carta Capital (Retratos Capitais), 23 de abril de 2014

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Livro, Isto – Pedaço da Vila (online), 16 de abril de 2014

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Entre (linhas)

Ao iniciar uma série de cartuns para ilustrar semanalmente o blog da editora Companhia das Letras, o artista plástico e ilustrador Chico França passou a dar mais atenção às peculiaridades que envolvem o mundo dos livros, inspirando-se em leitores, obras e escritores para criar desenhos marcados pela ironia fina e sacadas inteligentes.

Na edição de março de 2013, o Pedaço da Vila falou sobre o trabalho do vizinho, suas influências, entre elas a do cartunista romeno Saul Steimberg, e sua rotina de trabalho. Agora, Chico França selecionou 82 cartuns para integrar seu primeiro livro, a coletânea Livro, isto, recém-lançado pela editora Terceiro Nome.

Artista que encara os cartuns como um trabalho estritamente mental, , retratar as obsessões literárias se transformou numa bem elaborada brincadeira de ideias. “O material das observações cotidianas passa por um processo de reelaboração, de onde surgem novas relações que, muitas vezes, rompem o fio da realidade”, diz.

Transitando entre o irônico e o nonsense, seus cartuns em preto e branco, quase desprovidos de diálogos, recriam situações inusitadas e pequenas obsessões literárias, jogando com linhas finas e deixando uma interrogação em suspensão.

Acomodado em uma confortável poltrona, sob a luz de uma luminária, um livro segura um espelho para ler a si mesmo; enquanto isso, no lançamento da obra Quem Nasceu Primeiro?, a autora, uma galinha, autografa para uma fila interminável de leitores ávidos pela resposta definitiva para a emblemática pergunta. Esses, entre outros cartuns, fazem parte do livro.

Para o artista Guto Lacaz, que assina o prefácio da obra, Chico França “é preto no branco – o jeito clássico –, um desenho singular, portador de ótimas ideias, faz um monte de cartuns sobre livros, um melhor que o outro”.

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Itamar Assumpção – Cadernos Inéditos | Diário do Nordeste (Caderno 3), 14 de abril de 2014

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Itamar, poeta no plural

Livro reúne escritos deixados pelo compositor Itamar Assumpção em seus cadernos

Em 2003, quando Itamar Assumpção morreu, sua mulher, Elizena, doou boa parte dos objetos pessoais do músico a amigos. Separou alguns para a família, como os óculos escuros extravagantes que ele gostava de usar nos shows e poucos instrumentos. O mais importante ela manteve guardado num armário de casa, para só mexer quando vencesse a saudade: sete caixas de papelão com 110 cadernos rascunhados de músicas, versos soltos, desenhos, listas de compras, bilhetes de desculpas, contos infantis, crônicas e poesias, muitas poesias.

O material foi compilado e finalmente lançado no livro “Itamar Assumpção: Cadernos inéditos”, da Editora Terceiro Nome, em parceria com o Itaú Cultural. A edição deveria ter chegado às livrarias em 2012, mas acabou recolhida às pressas porque alguns poemas encontrados naqueles rascunhos não seriam de Itamar. Depois de identificados, foram mantidos na nova edição com o registro das devidas autorias.

“Ele escrevia o dia todo. Não tenho recordação de um dia do meu pai sem que ele estivesse com um desses cadernos nas mãos. Tudo começava ali. É uma grande descoberta, mesmo para quem já conhecia a obra dele”, conta a também cantora e compositora Anelis Assumpção, caçula de Itamar. “Se ele estivesse vivo, ia causar na internet. Era a cara dele ficar soltando tiradas, poemas e observações bem-humoradas, como fazia nesses escritos”.

Foi ela quem acabou fuçando as caixas com a irmã, Serena. Uma reforma no imóvel da família, em 2006, exigiu que o arquivo fosse movido do lugar. Anelis percebeu que, no meio dos cadernos espirais – sempre do mesmo modelo universitário, com fotos de paisagens, carros ou motocicletas na capa -, estava transcrito todo o processo criativo do pai, um dos principais expoentes da Vanguarda Paulista, no início dos anos 1980, ao lado de Arrigo Barnabé e do Grupo Rumo.

Com a ajuda da mãe, da irmã e do compositor Marcelo Del Rio, amigo de Itamar e vizinho da família, Anelis começou a digitalizar o material no ano seguinte para usá-lo no filme “Daquele instante em diante”, documentário que o diretor Rogério Velloso fazia na época sobre o artista e que foi lançado em 2011. Até ter a ideia de transformar todos os cadernos do pai num livro.

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Itamar Assumpção – Cadernos Inéditos | Jornal da USP, 14 de abril de 2014

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Fragmentos de Itamar

Compositor, músico e poeta, Itamar Assumpção foi “artista do submundo”, ficou na periferia do meio artístico de sua época. Hoje, sua obra recebe reconhecido valor e seus escritos estão compilados em livro

STELLA BONICI

“Não preciso de tudo./ Só preciso de tudo que preciso”. Sensível, simples e romântico, o músico e compositor Itamar Assumpção (1949-2003) não parecia querer muito da vida. Queria apenas o necessário, e escrevia sobre tudo o que sentia. O Instituto Itaú Cultural em parceira com a Editora Terceiro Nome acaba de lançar Itamar Assumpção – Cadernos Inéditos, uma coletânea que reúne textos extraídos de 60 cadernos do compositor, organizados por Serena e Anelis Assumpção, filhas, Elizena, esposa, e Marcelo Del Rio, amigo pessoal do músico.

Itamar Assumpção foi um dos grandes ícones da vanguarda paulista, movimento que aconteceu na cidade de São Paulo entre o final dos anos 70 e o começo dos 90. Parte desse movimento consistia em lançar produções independentes, sem contratos com grandes gravadoras, e, como seguidor do grupo, Itamar cumpriu sua palavra. O músico também foi fundador da banda Isca de Polícia, conhecida por suas letras ácidas e carregadas de críticas, com quem rompeu após algum tempo. Em seguida, formou o Orquídeas do Brasil, mas seu desentendimento com o Isca não durou tanto tempo, e o artista continuou tocando com as duas bandas.

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Livro, Isto – Pedaço da Vila, abril de 2014

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A morte no fim do mundo – revista DasArtes, abril de 2014

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