Arquivo do mês: setembro 2014

Gente do mar – blog Vida em Azul, 15 de setembro de 2014

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FABIO COLOMBINI LANÇA LIVRO ‘GENTE DO MAR’, EM SP

Acompanhado pelo historiador Ricardo Maranhão, o premiado fotógrafo de natureza Fabio Colombini percorreu o litoral brasileiro, fotografando desde o Pará ao Rio Grande do Sul. Com duração de um ano e meio, a viagem e pesquisa da dupla resultaram no livro Gente do Mar – Vida e gastronomia dos pescadores brasileiros, que será lançado no dia 16/09, em São Paulo.

Com 311 páginas, a obra retrata as tradições culinárias e o cotidiano de 25 comunidades de pescadores que resistem ao avanço da pesca industrial e do turismo predatório.

O livro defende que a cultura e a ocupação discreta e respeitosa do meio ambiente desses “homens do mar” têm muito a ensinar aos brasileiros sobre modos de viver mais ligados à natureza e sobre turismo sustentável.

Os textos do livro, em português e inglês, são de autoria de Maranhão, que é doutor em História pela Universidade de São Paulo (USP) e professor da Universidade Anhembi Morumbi. Já as fotografias que ilustram a obra foram feitas pelo arquiteto Colombini, que há 30 anos atua como fotógrafo autodidata, dedicado a temas socioambientais.

Confira aqui o post na íntegra

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Gente do mar – blog Find & Eat, 18 de setembro de 2014

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A gastronomia dos pescadores brasileiros

Não, não é apenas um livro de gastronomia ou receitas. Também é. Mas vai além. Em mais de 300 páginas muito bem ilustradas pelo fotógrafo Fabio Colombini, o historiador Ricardo Maranhão descreve o dia a dia de 25 comunidades de pescadores.

A obra também diz muito sobre a gastronomia desse povo que traz consigo um respeito ao meio-ambiente e à natureza. É o caso do seu Catarino Nunes, do povoado de Mandacaru, no Maranhão, que gosta de preparar sua receita de camarão. “A gente pega, abre um aqui, abre outro, com casca. Tempera com sal, cheiro-verde, essas coisas assim. Coloca um grudado no outro e prende, esse é o casadinho. Tem também o de molho. Eu faço assim: pego um tanto de camarão, aí eu corto as barbas todas, pego e raspo o coco, compro cheiro-verde, fica aquele ensopadinho. Tem gente, umas doutoras de São Paulo, que quando chega perto do Natal ficam telefonando para encomendar comida. Gostam também quando eu faço galinha caipira”, registra o livro.

O livro é escrito em Inglês e Português e é também um convite para o turismo. Afinal, páginas não seriam suficientes para descrever toda a cultura dessa “brava gente”. Fica o sabor de quero mais e a vontade de ir até o Maranhão para conhecer a receita de galinha caipira do seu Catarino que, com certeza, deve ser bem temperada com a sabedoria de quem nunca estudou gastronomia, mas que conhece melhor do que ninguém a alquimia dos ingredientes.

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Gente do Mar – Carta Capital, 1º de outubro de 2014

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O Soprador – Revista Hebraica, setembro de 2014

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Cozinhando no quintal – Observatório do Terceiro Setor, 15 de setembro de 2014

Lançamento do livro “Cozinhando no quintal”

Será lançado no dia 8 de outubro, às 19h, no Instituto Alana, pela editora Terceiro Nome, o livro “Cozinhando no quintal, de Renata Meirelles, responsável pelo projeto Território do Brincar.

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Serviço:
Lançamento do livro “Cozinhando no quintal”
Quando: 8 de outubro, quarta-feira
Horário: 19h
Onde: Instituto Alana – rua Fradique Coutinho, 50 – 11º andar, São Paulo

Confira aqui o post original

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Cozinhando no quintal – Agregário, 23 de setembro de 2014

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Idealizadora do Território do Brincar lança livro em outubro

No dia 8 de outubro será lançado o livro Cozinhando no quintal (Editora Terceiro Nome). Escrito pela educadora Renata Meirelles, idealizadora do projeto Território do Brincar, o livro nasceu a partir da experiência vivida por Renata e pelo documentarista David Reeks entre abril de 2012 e dezembro de 2013, quando eles percorreram diversas regiões brasileiras incluindo comunidades rurais, indígenas e quilombolas, grandes metrópoles e localidades no sertão e no litoral.

Cozinhando no quintal mostra, por meio de registros fotográficos, como as crianças utilizam os elementos ao seu redor na hora de brincar de cozinhar, fazendo comidinhas de brincadeira com ingredientes encontrados no quintal, como flor, lama, grama, folhas e sementes.

“Passamos por muitos lugares durante esses quase dois anos de viagem e notamos que algo sempre se repetia: brincar de cozinhar. Achamos que essa brincadeira merecia um livro dedicado somente a ela. Foi assim que surgiu o Cozinhando no Quintal”, explica Renata.

O Território é uma correalização do Instituto Alana, com coordenação da Renata e do David.

Acesse o site http://www.territoriodobrincar.com.br para mais informações.

Serviço

Cozinhando no quintal (Editora Terceiro Nome)

Data: 8 de outubro, quarta-feira, às 19 horas

Local: Instituto Alana (Rua Fradique Coutinho, 50, 11º andar, Pinheiros, São Paulo/SP)

Preço: R$ 22 – à venda nas principais livrarias do país e ou pelo site http://www.terceironome.com.br

Sobre o Instituto Alana

O Instituto Alana é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que reúne projetos na busca pela garantia de condições para a vivência plena da infância. Criado em 2002, o Instituto conta hoje com sete projetos próprios e quatro com parceiros e é mantido pelos rendimentos de um fundo patrimonial desde 2013. Tem como missão “honrar a criança”.

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Irerê da Silva – blog Conta uma história, 23 de setembro de 2014

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“Irerê da Silva”

Quem é Irerê da Silva? Ou melhor: o que é irerê? E por que Silva, um dos sobrenomes mais populares no Brasil?

A história de “Irerê da Silva”, 62 páginas, responde a todas estas perguntas. O livro foi lançado no início deste mês pela Editora Terceiro Nome e já está nas livrarias pronto para saciar a curiosidade de desvendar o intrigante personagem Irerê da Silva.

A produção da obra é belíssima. Página a página, um primor. Pura arte, que encanta a leitura. Além das muitas descobertas que encontrarão na história, as crianças ainda vão poder explorar ao máximo as criações em preto e branco da dupla Flávia Mielnik e Laura Gorski.

A dupla de escritores Silvia Zatz e Michel Gorski criou um jeito muito especial de explicar como é a vida dos irerês, uma espécie de pato de asas negras, bico e pés escuros e que parecem usar um lenço preto em volta da cabeça branca. Como todos os marrecos e patos selvagens, logo que aprendem a voar, os irerês sonham em conhecer o mundo. Quando chega o inverno, eles partem em revoada à procura de calor, comida e aventuras.

O livro conta a história de uma dessas aves migratórias, que sai com seu bando do Rio Grande do Sul e, depois de passar por lugares “tão lindos que dá vontade de ficar”… “em outros nem tanto: nenhuma árvore, muito barulho, rios cheios de lixo, fábricas soltando sujeira e carros gerando poluição” encontra um local cheio de bichos, com lagos para nadar e comida farta.

Se irerê é um pato, por que carrega um sobrenome de gente? Para provar sua identidade comum. “Sou um sujeito simples. Um cara comum. Normal, ordinário, corriqueiro até. Não tenho crista real e nem rabo de pavão. Não tenho bico de tucano e nem garras de gavião. Não sou grande feito avestruz e nem vôo rápido como um falcão. Meu nome é Irerê. Meu sobrenome é da Silva”.

Irerê da Silva, portanto, é o personagem que será apresentado em sua essência: como nasce, onde vive, seus voos e aventuras, o que canta em suas jornadas pelos céus, o que encontra pelo caminho, a vida num zoológico, seus amigos _ gambá, urso de óculos, lagartixa pintada e o condor _ e o amor por uma irireia, a mais linda que já conheceu e por isso se apaixonou.

Na hora de ir embora, o irerê descobre que sua amada está de asas cortadas e não podem partir juntos. Surge, então, o dilema: acompanhar o bando ou ficar no zoológico com sua amada? Afinal, para continuar a história será preciso nascer novos irerês e irireias.

A produção

O livro ainda traz textos informativos sobre o Parque Zoológico de São Paulo, dados científicos e curiosidades sobre essa espécie de ave migratória e dos demais animais com os quais convive.

A autora Sílvia Zatz é paulistana de 1969. Já foi cineasta e designer de jogos, profissões nas quais a criação e o lúdico estiveram sempre presentes. Publicou seu primeiro livro, O clube dos contrários, em 1999, e desde então não parou mais. Pouco a pouco a literatura foi se tornando sua principal atividade. É autora de mais de dez livros infantis e infantojuvenis, vários deles recomendados pela FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil). Entre os seus títulos estão Planeta corpo, O porquê dos por quês e Por um triz, que deu início à sua parceria com Michel Gorski.

O outro autor, Michel Gorski, é paulistano de 1952. Arquiteto, designer e escritor, trabalha com arquitetura do entretenimento e é co-editor do site http://www.arquiteturismo.com.br. Desenvolveu o passeio “Rondando pela Avenida São João”, do guia Dez roteiros a pé em São Paulo. Escreveu o livro infantil A menina da placa (ilustrado por Fernando Vilela) e o livro infantojuvenil Por um triz, em parceria com Sílvia Zatz.

Laura Gorski, ilustradora, é paulistana de 1982. Artista plástica e educadora participou de diversas exposições nacionais e internacionais. Seus trabalhos integram as coleções do Ministério das Relações Exteriores do Brasil (Itamaraty), do Banco Santander e do Centro Cultural Dannemann (São Felix, Bahia). Participou das residências artísticas ZKU em Berlim, Alemanha (2013) e Fundação Bienal de Cerveira (2012), em Vila Nova de Cerveira, Portugal. Suas ilustrações para o livro A noiva do condutor (Terceiro Nome), opereta de Noel Rosa, renderam-lhe o prêmio Jabuti em 2011 (2º lugar).

Flavia Mielnik é paulistana de 1982 e também é artista plástica e ilustradora. Participou de diversas exposições nacionais e internacionais e seus trabalhos integram as coleções do Instituto de la Juventud Injuve (Espanha), do Acervo SESC de Arte Brasileira e do Museu de Arte de Ribeirão Preto. Desenvolveu projetos especiais de intervenções site Specific entre os quais se destacam “Alagamento” (13º Salão de Arte de Itajaí), “Ocupação *Ruínas+” (SESC Araraquara, 2013) e “Sobre labirintos, o silêncio e o que está para ser construído” (Semana de Arte de Londrina, 2014). Ilustra semanalmente a coluna Ombudsman da Folha de S. Paulo.

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