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O dia em que eu deveria ter morrido – Suplemento Cultural (blog), fevereiro/2011

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“Em O dia em que eu deveria ter morrido, um jornalista em busca de sua ex-mulher desaparecida misteriosamente mergulha em uma jornada de redenção que passará por uma pequena cidade sem nome, São Paulo e Istambul, onde o acaso fará dele protagonista de um incidente de proporção mundial. Transformar-se em notícia e celebridade internacional é apenas mais um elemento que faz com que sonho e realidade sejam separados por linhas tênues de uma mesma história. Sob os escombros do passado, o personagem nos contará as tentativas de acerto de contas com antigos fantasmas, materializados nas mulheres marcantes de sua vida: a mãe do melhor amigo de infância, a sobrinha de uma empregada do colégio de padres, uma prostituta de luxo em Istambul – todas presentes também, de alguma maneira, na figura atormentada da ex-mulher desaparecida.”

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O dia em que eu deveria ter morrido – Veja, abril/2011

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“Uma boa surpresa na nova safra de autores nacionais: O Dia em que Eu Deveria Ter Morrido(Terceiro Nome, 144 páginas, 26 reais), segundo romance do jornalista Javier Arancibia Contreras, 34, é exibição de domínio narrativo. Contreras, que chegou à final do Prêmio São Paulo de Literatura 2009 com seu romance de estreia, Imóbile (7Letras, 2008), conta aqui a insana – ou seria lúcida? –  aventura de um dono de jornal que um dia, sem mais nem menos, resolve embarcar para Istambul, na Turquia, onde sobrevive a um atentado terrorista que o leva a criar a heroica história de uma reportagem investigativa capaz de vender exemplares em banca e a repensar a vida que vinha, por assim dizer, cometendo.”

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O dia em que eu deveria ter morrido – Amálgama, abril/2011

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“O dia em que eu deveria ter começado. O dia em que eu deveria ter deixado para lá. O dia em que eu deveria ter amado mais, amado menos, esquecido, lembrado, sido, não sido. O dia em que eu deveria ter ido. Ter ficado. O dia em que eu deveria ter morrido.

O dia em que eu deveria ter morrido é uma aventura frenética, que saiu da cabeça do Contreras para se instalar na minha e me deixar aflita. Alerta. Tomada. João precisa encontrar a ex-mulher, que desapareceu. João precisa encontrar a si mesmo – e não, isso passa longe de qualquer clichê que você conheça –, precisa juntar as pontas perdidas, precisa recomeçar, precisa descobrir o que é real e o que não é.”

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O dia em que eu deveria ter morrido – Tribuna

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outubro 16, 2012 · 4:45 pm

O dia em que eu deveria ter morrido – Jornal da Tarde, fevereiro/2011

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outubro 16, 2012 · 4:42 pm

O dia em que eu deveria ter morrido – Gazeta do Povo, fevereiro/2011

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outubro 16, 2012 · 4:34 pm