O Capa-Branca – Documento Verdade (RedeTV!), 28 de julho de 2016

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“O Juquery foi a casa dos horrores”, afirma ex-funcionário e ex-paciente

Os funcionários do Juquery têm relações distintas com o complexo. Alguns amam, outros têm motivos para odiar. O ex-auxiliar de enfermagem Walter Farias conta detalhes dos “tratamentos” horríveis a que eram submetidos os pacientes. “Só o fato de sair de lá e estar hoje vivendo em sociedade já é uma grande vitória”. Os moradores mais antigos de Franco da Rocha contam como era o convívio entre médicos, doentes e moradores da cidade.

Assista aqui a matéria na íntegra

E confira aqui mais informações sobre o livro

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A noiva do condutor – Nuvem de livros

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Cartas da Biblioteca Guita e José Mindlin – Nuvem de livros

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Capa branca: revista Hell Tatoo

Muito antes de O Capa-Branca ser publicado, o Giancarlo Pincelli já apoiava a ideia . Agora ele está lançando, em Franco da Rocha (SP), a revista Hell Tattoo. E o primeiro número vem com indicação de leitura deste relato sobre o Juquery, instituição que foi considerada um dos maiores hospitais psiquiátricos do Brasil.

Daniel Navarro Sonim e Walter Farias, os autores de O Capa-Branca, agradecem o empenho e a dedicação de ontem, hoje e sempre.

O O Capa-Branca- de funcionário a paciente de um dos maiores hospitais psiquiátricos do Brasil (Editora Terceiro Nome):

Com Walter Farias, ex-funcionário que virou paciente do Juquery, o jornalista Daniel Navarro Sonim escreveu esta obra sobre o Hospital Psiquiátrico Juquery, em Franco da Rocha (SP).

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O livro está à venda nas principais livrarias (lojas físicas e virtuais) do país e no site da Livraria Martins Fontes:

www.martinsfontespaulista.com.br/capa-branca-o-481290.aspx/p

Os autores têm disponibilidade para palestras e eventos. Entre em contato pelo e-mail danielnavarro@ig.com.br

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Um táxi para os bichos de pelúcia: Revista Recreio

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julho 28, 2016 · 6:48 pm

A política indigenista e o malogrado projeto de aldeamento indígena do século XIX

José Tadeu Arantes  |  Agência FAPESP – Existe uma expressiva produção historiográfica sobre os primeiros 250 anos de contato dos indígenas com os conquistadores europeus do atual território brasileiro. O escambo entre forasteiros e nativos, as várias tentativas de escravização dos índios, a catequese jesuíta, o protagonismo indígena em grandes episódios, como a Guerra dos Tamoios, são razoavelmente conhecidos. Mas, após a derrota dos Guarani das Missões Jesuíticas em meados do século XVIII, escasseiam os relatos. Eles só irão reaparecer no século XX, com a intensificação do processo de interiorização. O século XIX, em especial, parece desprovido de índios. Presente na poesia e na prosa da literatura romântica, o indígena é o grande ausente nas páginas da história.

No entanto, o século XIX foi palco da primeira política indigenista do Estado brasileiro. O fenômeno é o objeto do livro Terra de índio: imagens em aldeamentos do Império, de Marta Amoroso, publicado com o apoio da FAPESP. A obra resultou das pesquisas de doutorado e pós-doutorado de Amoroso – ambas apoiadas pela FAPESP.

Com a ajuda de frades capuchinhos italianos, o Império procurou enquadrar os índios geográfica e culturalmente, mas a resistência velada que estes opuseram redimensionou o empreendimento (imagem: Cacique Pahi Kaiowá, Aldeamento de Santo Inácio do Paranapanema. Franz Keller, 1865 / Carneiro, Newton: Iconografia Paranaense, Curitiba, Impressora Paranaense, 1950)“Esta política de Estado, baseada no “Programa de Catequese e Civilização dos Índios”, e instituída por decreto do imperador Pedro II, consistia no aldeamento das populações indígenas. E atendia a dois objetivos principais: por um lado, integrar o índio, como trabalhador rural, à jovem nação brasileira; por outro, liberar terras, antes utilizadas pelos indígenas, para os imigrantes europeus, que começavam a chegar nas colônias do Sudeste do país”, disse a pesquisadora à Agência FAPESP.

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Um homem plural: sobre a “obra-vida” de Pierre Verger – REVISTA DE ANTROPOLOGIA

Pierre Verger dizia que virou etnógrafo “por acaso”: “se deixou guiar (…) pelo acaso e pelos encontros” (:19). Porém, todos aqueles que conhecem um pouco do funcionamento das religiões de matriz africana no Brasil sabem que, em sua lógica particular, não existe algo como o acaso. As decisões que definem o destino de alguém não são tomadas exclusivamente pela pessoa – ao menos pela pessoa como nós, ocidentais, a concebemos.
No candomblé, o destino (odu) é determinado também pela vontade do(s) orixá(s) que habita(m) a cabeça da pessoa; assim, não é de se estranhar que alguém venha a fazer o santo contra a vontade, ou mesmo que seja levado a assumir um cargo dentro de um terreiro sem assim o desejar.
A vida de Verger, como nos conta Jerome Souty em seu livro Pierre Fatumbi Verger: do olhar livre ao conhecimento iniciático, parece seguir à risca esse corolário. Recheada de contradições, ele parece ter vivido muitas vidas em uma: ao mesmo tempo em que cresceu em uma família burguesa, passou a vida com poucas posses; embora um francês cartesiano que lamentava não ter crença alguma, iniciou-se em três vertentes das religiões africanas; decidido a cometer suicídio aos quarenta anos, viveu quase cem. Continuar lendo

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