Francis Hime: Trocando em miúdos as minhas canções – Jornal do Brasil

Francis JB

 

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Francis Hime: Trocando em miúdos as minhas canções – Correio Braziliense – 26 de Novembro de 2017

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“Quando começou a alimentar a ideia de escrever Trocando em miúdos as minhas canções, Francis Hime pensou em um livro capaz de esclarecer o processo criativo. Seria um material interessante, principalmente, para músicos. De 2015 para 2016, no entanto, o compositor mudou um pouco a concepção do livro. Queria algo que atraísse também os leitores não especializados em música e decidiu mesclar a própria biografia às histórias das canções.

Para detalhar o processo criativo, Hime incluiu no livro 352 QR Codes com as músicas citadas. Desse total, 150 foram gravadas pelo próprio compositor especialmente para a publicação. Não há canções inéditas nas gravações, essas ele deixa para projetos nos quais trabalha no momento, mas há novas interpretações e maneiras de apresentar as peças. “Em muitas eu comparo uma música minha com uma música de outro compositor, seja música clássica ou de compositores populares. São especulações que fiz sobre as influências que sofri ou que poderia ter sofrido. Achei que seria interessante demonstrar isso numa gravação”, conta. As regravações foram feitas em estúdio e boa parte das gravações reutilizadas foram cedidas pelo selo Biscoito Fino, fundado pela mulher do compositor, Olívia Hime.”

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Francis Hime: Trocando em miúdos as minhas canções – Arte 1 – 10 de Outubro de 2017


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Francis Hime: Trocando em miúdos as minhas canções – TV Brasil – 11 de Outubro de 2017

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“Cantor, compositor e escritor lança livro sobre seu processo criativo”

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Francis Hime: Trocando em miúdos as minhas canções – Valor Econômico – 10 de Novembro de 2017

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“Existiu um dia um outro Francis Hime, o jovem irascível, brigão e genioso, temperamento que obrigou o pai, um industrial bem-sucedido, a lhe dar três escolhas: entrar para a Marinha, ir para o Caraça (a mais severa escola jesuíta de Minas Gerais) ou partir para Saint Gallen, na Suíça, para encarar o não menos temido Institut auf dem Rosenberg”

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Francis Hime: Trocando em miúdos as minhas canções – Hoje em dia – 03 de Outubro de 2017

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“Se tudo se define nos primeiros anos da infância e se sedimenta na juventude, com Francis Hime foi assim: aos oito anos de idade, isso em 1948, ele era um semi-interno do Colégio Santa Marcelina, na Tijuca. Ou seja, só saía para ir para casa depois de 15 dias caminhando sobre regras e mandamentos. Depois de um breve tempo de respiro em um externato, voltou a outro colégio linha-dura e odiou de novo. A vida virou assim uma emergência logo cedo. E não teve pai que o segurou nas noites em que, ainda menor de idade, fugia para ver Luizinho Eça tocar piano no Hotel Plaza, em Copacabana.”

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Francis Hime: Trocando em miúdos as minhas canções – Folha de São Paulo/ Ilustríssima – 05 de Novembro de 2017

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“”Porque o samba nasceu lá na Bahia,/e se hoje ele é branco na poesia,/ele é negro demais no coração”. Estes versos de Vinicius de Moraes talvez sejam os que mais me transportam para ares baianos, provocando em mim uma sensação de ligação com a “boa terra”.

O amor pela Bahia vem de longe, passando por tantos de seus personagens, a começar por Dorival Caymmi —de quem, desde criança, ouvia aquela bolacha maravilhosa de suas canções praieiras, só voz e violão. Melodias primorosas, de uma beleza realçada pela simplicidade tão comovente. E aquela voz que nos levava para um mundo de sonhos.

Reencontrei a música de Caymmi quando, anos mais tarde, minha mulher, Olivia, gravou o disco “Mar de Algodão” (uma referência à vasta cabeleira branca de Dorival), formado de três suítes sinfônicas sobre aquelas canções que tanto me tomavam.”

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