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Dançando com o inimigo – A menina que indica livros, 12 de agosto de 2015

Bom dia!
Quem é fã do Vinicius Campos levanta a mão! \o/
No livro “Dançando com o Inimigo”, que ganhei da Editora Terceiro Nome, Vini nos conta uma história sobre bullying. Eu amei! Já li e vou reler.
Obrigada, Terceiro Nome!

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Assista ao vídeo aqui ou clique na imagem acima.

E confira aqui mais informações sobre o livro.

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Dançando com o inimigo – IG Delas, 3 de outubro de 2014

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Livros facilitam conversa entre pais e filhos sobre homossexualidade

Respeito e tolerância são compreendidos de maneira divertida e lúdica; veja opções de títulos que falam sobre diversidade

Nem todos os adultos conseguem falar com os filhos sobre homossexualidade de maneira transparente, por receio ou falta de informação. Mesmo assim, é importante estar preparado. Em algum momento os questionamentos dos pequenos surgirão e é fundamental se esforçar para respondê-los.

Se o problema está na falta de jogo de cintura para começar essa conversa, pais podem buscar alternativas mais divertidas e lúdicas. Nesse ponto, livros infantis com a temática LGBT são grandes aliados dos adultos para facilitar o papo.

“O livro é um quebra-gelo. Você acaba desenvolvendo em paralelo o hábito da leitura na criança. Em vez de só comprar a obra, por que não tirar um dia de folga e levar os filhos à livraria? Você consegue abrir a cabeça delas para diversos assuntos”, aconselha Marcos Ribeiro, educador e autor do livro “Somos iguais mesmo sendo diferentes” (Editora Moderna).

Até os três anos de idade, as crianças vivem a fase do egoísmo e não têm muita percepção do mundo que as cerca. A partir dos quatro ou cinco anos é quando elas começam a perceber o outro e a questionar os relacionamentos entre as pessoas – principalmente se forem diferentes dos exemplos que têm em casa. O nível de compreensão também é maior, o que facilita a leitura de exemplares mais elaborados.

Ainda assim, nem todas têm a mesma maturidade nessa faixa etária. Se os pequenos não estiverem preparados emocionalmente para discutir um tema delicado como esse, que ainda é considerado tabu por parte da sociedade, a abordagem pode ter efeitos negativos. Por isso, o acompanhamento da leitura por parte dos pais é indispensável.

Primeiros passos

Embora seja importante criar oportunidades para essa vivência, o interesse deve sempre partir das crianças.

“Quando ela pergunta aos adultos por que duas mulheres estão de mãos dadas, por exemplo, é o momento de explicar a homossexualidade. Mas a iniciativa deve ser dela, não dos pais. Na ânsia de passar todas as informações que podem, muitas vezes, adiantamos situações precocemente”, pontua Cristina Corsini, psicóloga e especialista em psicopedagogia. Segundo Cristina, pais não devem pular etapas do desenvolvimento da criança.

Antes de escolher qualquer título aleatório e entregá-lo à criança, é fundamental estar ciente do conteúdo presente no livro. Vale analisar o tipo de linguagem utilizada, os valores passados e se o conteúdo condiz com a maturidade dos pequenos.

Depois da avaliação, o momento da leitura pode ser compartilhado entre adultos e crianças, mas sem obrigação. Varia de relação para relação. Transformar o hábito de ler em um compromisso regrado pode ser desestimulante para os filhos.

“Não importa se eles vão ler juntos ou não. O que deve existir é a conversa sincera sobre o assunto. Pais precisam saber o que a criança achou da leitura. É aí que conseguimos desmistificar tabus e trabalhar valores importantes para a formação dos filhos”, explica Cristina.

Também é possível abordar os relacionamentos homoafetivos dentro de um contexto mais amplo, caso os pais prefiram. Existem livros que falam sobre o preconceito de uma maneira geral, em relação à cor, credo ou classe social. Basta explicar à criança a importância de respeitar as diferenças e singularidades de cada indivíduo.

E se meu filho “virar” gay?

Muitos pais têm receio dessa conversa por acreditar que ela é o suficiente para “estimular” a orientação sexual das crianças. Para os especialistas, esse medo é fruto da falta de informação e do preconceito enraizado na sociedade. Um diálogo livre de castigos e broncas é edificante para a formação dos filhos e não tem nenhuma relação com a sexualidade.

“Isso não acontece porque não existe uma opção sexual. A criança não escolhe por quem se sentirá atraída, quando tiver mais idade. É uma orientação sexual, ou seja, algo que está fora do controle dos pais. Quem esconde essa realidade não está protegendo os filhos da homossexualidade. Isso é preconceito. Ser homossexual não é uma doença passível de cura ou prevenção”, pontua a psicóloga Cecília Zylberstajn.

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Dançando com o inimigo – Revista Odonto Company, setembro de 2014

Revista Odonto Company - setembro novembro 2014

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Dançando com o inimigo – Revista Língua Portuguesa (Blog da Redação), 22 de julho de 2014

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Livros recebidos

Confira a lista dos livros que chegaram à redação de Língua durante o mês de junho

Durante o mês de junho, a redação de Língua recebeu sete livros.

Dançando com o inimigo

Vinicius Campos
São Paulo, 2014
Terceiro Nome: 64 pp., ISBN: 9788578161330

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Dançando com o inimigo – Diário Plus / Teenage (Fortaleza / CE), 10 de julho de 2014

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Dançando com o inimigo – blog Conta uma História, 18 de junho de 2014

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Jovem vence o bullying

Livro põe o bullying no devido lugar. Em “ Dançando com o inimigo” , o escritor, jornalista e ator Vinicius Campos mostra como esta prática assustadora pode ser interrompida numa história que retrata o surgimento de uma bela amizade entre dois jovens que vivem em universos completamente opostos. As ilustrações são de Marcelo Masili.

Até começar a ler o mais recente livro lançado pela Editora Terceiro Nome, pensei que teria em mãos mais uma leitura de crítica ao bullying com um personagem maltratado por amigos ou familiares egoístas, mal educados e violentos. Mas fui surpreendida pela maneira que o autor Vinícius Campos conduziu a história que criou a partir de sua experiência pessoal na infância e agora transformou pela maneira amadurecida de encarar a vida.

Há muitas formas de evitar o bullying e até mesmo de não deixar esta prática se concretizar.   As crianças e os adolescentes precisam saber disso, daí a razão de ser do livro em questão “Dançando com o inimigo”. Nesta história, a arte transformou o agressor e o desprendimento poupou a vítima.

Bruno e Xande são garotos da mesma idade que moram na mesma rua e freqüentam a mesma escola. Só que as semelhanças acabam aí. Bruno pratica balé e tem uma família descontraída que vive da arte no dia a dia: cinema, música, dança e todos sabem festejar a vida.   Já Xande, fã de lutas e artes marciais, mora em uma casa que lembra um quartel onde só se ouve ordens e gritos de guerra.

Mas, um dia, o destino dos dois colegas se cruza e provoca a violência. Como conseqüência, Bruno terá que aprender a gostar de si mesmo do jeito que é e Xande descobrirá como respeitar as diferenças. Apesar da aproximação traumática no início, eles acabam se tornando amigos e ingressando no mundo da tolerância.

Embora seja uma ficção, “ Dançando com o inimigo” traz à tona uma realidade ainda muito presente no Brasil e no mundo. “Sofri gozações em uma época em que nem existia a palavra bullying. Então decidi escrever uma história bacana para que menos pessoas sintam na pele esse tipo de brincadeira desagradável e sem sentido”, revela o autor. Ele acredita que pais, educadores e as próprias crianças e adolescentes, ao receberem o livro, possam conversar naturalmente sobre respeito e tolerância.

Vinicius Campos, brasileiro radicado em Buenos Aires desde 2005, tem livros publicados no Brasil e na Argentina. Também faz palestras para jovens e crianças sobre processo criativo literário.

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Dançando com o inimigo – revista Lado A, 5 de junho de 2014

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“Dançando com o inimigo”: Sensível livro infantojuvenil aborda bullying entre meninos

“Bruno e Xande são garotos da mesma idade que moram na mesma rua e frequentam a mesma escola. Só que as semelhanças acabam aí. Bruno pratica balé e tem uma família descontraída que adora dançar e festejar. Já Xande, fã de lutas e artes marciais, mora em uma casa que lembra um quartel onde só se ouve ordens e gritos de guerra. Mas um dia o destino dos dois colegas se cruza: Bruno terá que aprender a gostar de si mesmo do jeito que é e Xande descobrirá como respeitar as diferenças. Apesar da aproximação traumática no início, eles acabam se tornando amigos”. Esta é a sinopse do livro infantil “Dançando com o inimigo” (Terceiro Nome, 2014) do autor e apresentador de TV Vinicius Campos, brasileiro radicado em Buenos, ator e apresentador do canal Disney Channel.

A obra de ficção aborda o tema do bullying, atual e cruel, sempre presente na vida dos estudantes, seja de forma indireta ou direta. “Sofri gozações em uma época em que nem existia a palavra bullying. Então decidi escrever uma história bacana para que menos pessoas sintam na pele esse tipo de brincadeira desagradável e sem sentido”, afirmou o autor que tem outros três livros publicados no Brasil e na Argentina e um trabalho de palestra com crianças.

O livro traz uma reviravolta e o agressor acaba amigo do menino bailarino, vítima do seu preconceito aprendido, depois que precisam conviver. Com belas ilustrações do artista Marcelo Masili e uma história crível, o livro se apresenta como uma boa ferramenta para incluir o tema em sala de aula ou em casa.

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