Arquivo do mês: setembro 2017

Francis Hime: Trocando em miúdos as minhas canções – Palmerio Dória, Facebook – 26 de setembro de 2017

Francis Palmerio

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O Capa-Branca – Polo de Atenção Intensiva em Saúde Mental da Zona Norte – OSS – 11 de setembro de 2017

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Assistam a entrevista completa de Walter Farias e Daniel Navarro, sobre o livro “O Capa Branca” e o panorama da saúde mental no Brasil.

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Francis Hime: Trocando em miúdos as minhas canções – Luis Nassif Online, 8 de setembro de 2017

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“Em Trocando em miúdos as minhas canções, Francis Hime descreve e comenta o seu processo de criação, examinando, numa linguagem leve e acessível, várias circunstâncias e influências presentes na elaboração de suas obras. Com este objetivo, percorre os meandros da memória, valendo-se de lembranças, especulando sobre fatos vividos e trazendo curiosidades sobre a relação com seus parceiros e companheiros de estrada.

O ano era 1959. O Brasil vivia um período de modernização com o plano econômico de JK, a arquitetura modernista transformava as grandes cidades, o país havia ganhado a Copa do Mundo pela primeira vez. Na música, novos acordes, poesia e interpretação se casavam com aquele Brasil cheio de novidades, fazendo um garoto carioca, que iria estudar engenharia na Suíça, decidir regressar ao Rio de Janeiro para tornar-se um engenheiro brasileiro. Francis, no entanto, mergulhou naquilo que realmente teria importância na sua vida, a música, na qual tornou-se uma ponte entre o popular e o erudito, autor de algumas das composições mais consagradas da MPB e parte de algumas das parcerias mais fecundas da nossa música – como são suas composições com Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Paulo César Pinheiro, Ruy Guerra,  Geraldo Carneiro e Olivia Hime, apenas para citar alguns de seus quase sessenta parceiros.

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Francis Hime: Trocando em miúdos as minhas canções – Um café lá em casa, 17 de agosto de 2017.

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Francis Hime compareceu ao programa “Um café lá em casa” em que Nelson Faria recebe amigos artistas em um bate papo sobre vida, carreira e, claro, muita música. O café entra para acompanhar a conversa no ambiente de charme e aconchego da cozinha da casa do apresentador. De forma íntima e descontraída, é o momento ideal para tocar, cantar e compartilhar histórias. Francis fala especificamente de seu livros dos minutos 11 à 19.

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A flecha do ciúme – o parentesco e seu avesso segundo os Aweti do Alto Xingu – Campos: Revista de Antropologia Social UFPR

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“O livro de Marina Vanzolini trilha o caminho dos avessos para nos contar sobre o complexo multiétnico e multilíngue do Alto Xingu, que se assenta no Brasil Central, zona de transição entre a vegetação amazônica e o cerrado brasileiro. Localizado na parte sul do Parque Indígena do Xingu (PIX), extremo alto da bacia hidrográfica, o complexo xinguano consiste em um conjunto de povos falantes de línguas aruak, karib, tupi, além dos Trumai, falantes de uma língua isolada, povos que partilham uma definição recíproca de humanidade, uma estética ritual, uma terminologia de parentesco e um corpus mítico relativamente homogêneos. Sua pré-história remonta cerca de mil anos atrás, quando povos aruak teriam ocupado a região, seguidos por povos karib, que gradativamente firmaram relações pacíficas com os primeiros. Pouco a pouco, outros povos foram se incorporando pelo estabelecimento de relações matrimoniais, cerimoniais e econômicas. No livro, entretanto, a base aruak-karib deste sistema regional, assertada pela arqueologia e pela história oral destes povos, sai do primeiro plano abrindo espaço para uma narrativa tupi, do povo Aweti: Vanzolini aposta no rendimento das bordas, dos limites, para caracterizar a identidade xinguana – a xinguanidade – e por tal, enraíza sua perspectiva em um dos últimos povos a se integrar ao complexo, provavelmente nos fins do século XVIII.”

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Paisagens ameríndias: lugares, circuitos e modos de vida na Amazônia – Campos: Revista de Antropologia Social UFPR

Marta Amoroso
“Paisagens Ameríndias: Lugares, Circuitos e Modos de Vida na
Amazônia”, organizado por Marta Amoroso e Gilton Mendes é resultado
de um “Programa de Cooperação Acadêmica” entre os departamentos de
Antropologia da Universidade Federal do Amazonas e a Universidade de São
Paulo. “Paisagens Ameríndias” tem uma marca própria, apresenta abordagens
inovadoras para temas clássicos, novos modos de fazer etnografia e
antropologia na Amazônia. Se pesquisar na Amazônia é pesquisar “na
floresta”, as novas investigações acontecem também nas cidades, escolas,
articuladas em torno de projetos (de revitalização cultural, de desenvolvimento
local, de conservação, geração de renda), da economia do aviamento, das
diferentes conexões possíveis entre o meio urbano emergente e a vida nos
“beiradões”. Autores indígenas fazem antropologia, expondo equivocações
etnográficas indicando novos caminhos para a disciplina. O americanismo,
criticado por supostamente isolar e tornar “exóticos” temas e povos indígenas,
aqui mostra de forma competente como as cosmografias indígenas, antes de
fechadas em si mesmas, emergem relacionadas ao conjunto de mudanças
pelo qual passa a Amazônia e se atualizam dentro da própria universidade”

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