Arquivo da categoria: Cartas do exílio: a correspondência entre Marina e Julio de Mesquita Filho

Cartas do exílio – O Estado de S. Paulo, junho/2006

capa cartas do exilio

 

“O livro Cartas do Exílio, que a editora Albatroz faz chegar às livrarias, reúne a correspondência de Júlio de Mesquita Filho 1892-1969) com sua mulher Marina, correligionários, filhos, e também artigos que publicou em jornais e revistas da época no Brasil, Europa e Argentina, durante os dois exílios no período dos anos 30 e 40 do século passado, de que foi vítima o jornalista e diretor de O Estado de S. Paulo, por ordem do então presidente da República Getúlio Vargas. Leia trecho da carta dirigida de Buenos Aires a Washington, ao acadêmico especializado em assuntos latino-americanos Lawrence Duggan, em 12 de novembro de 1940.”

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Cartas do exílio – Observatório da imprensa, junho/2006

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“”Diz um antigo provérbio etíope que a vergonha só pode existir onde há honra. Em muitas das cartas escritas durante o exílio do jornalista Júlio de Mesquita Filho (1892-1969) nos anos 30 e 40 do século passado, a insistente defesa desse conceito aristotélico também é feita com endereço certo: ambas as palavras, vergonha e honra, faltavam no dicionário do caudilho gaúcho Getúlio Vargas, responsável pelos dois exílios do diretor de O Estado de S. Paulo, vítima ainda da violência de ver seu jornal ocupado pela polícia e expropriado em 1940, a mando do ditador. O livro Cartas do Exílio, que a editora Albatroz, de seu neto Ruy Mesquita Filho, em co-edição com a Terceiro Nome, lança agora (chega hoje às livrarias, por R$ 48), reúne a correspondência trocada pelo então diretor do Estado e sua mulher Marina, que o acompanhou nesses dois exílios (só voltando algumas vezes para visitar seus filhos), além de correligionários, filhos, e também artigos que publicou em jornais e revistas da época no Brasil, Europa e Argentina, e documentos sobre a ocupação e venda do jornal (ele não vendeu) para a ditadura Vargas. Mais que cartas, são valiosos documentos históricos sobre a luta de um democrata para conseguir apoio externo e derrubar a ditadura Vargas.”

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