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Meu bisavô – blog Conta uma História, 21 de dezembro de 2015

Livro infantojuvenil aborda a morte de forma delicada e ajuda a explicar com naturalidade a perda de entes queridos

Meu bisavô - CAPA

Cedo ou tarde, as crianças têm que lidar com a perda de um parente, amigo ou animal de estimação. Por isso os adultos devem prepará-las com clareza e honestidade. Quando protegidas desse forte impacto emocional, elas tendem a crescer em um mundo de ilusão e, mais tarde, terão dificuldades em assimilar o luto.

Em “Meu bisavô”, lançamento da Editora Terceiro Nome, a autora Sílvia Zatz, inspirada pela convivência com os bisnetos do avô dela, que viveu até os 100 anos de idade, ajuda os pequenos leitores a perceberem como é possível, em um momento de dor e tristeza, preservar a memória de uma pessoa querida.

“Quando meu avô faleceu, as crianças, bisnetas dele, apareceram com muitas dúvidas e cada uma tentava entender a perda à sua maneira. As questões que partiam deles e para as quais eu não tinha respostas, me despertaram a vontade de tratar do tema”, revela Sílvia.

A autora, de forma aberta, sem conceitos pré-estabelecidos, também reflete sobre a efemeridade da vida ao questionar se 100 anos é muito ou pouco já que tudo tem um tempo de duração. A árvore mais antiga do mundo, por exemplo, tem 4 mil anos. No entanto, a primavera dura apenas três meses. E o Sol, por sua vez, já ilumina e aquece o planeta Terra há mais de 4 bilhões de anos.

As ilustrações sensíveis e alegres de Paula Juchem acompanham o texto poético de Sílvia Zatz. “Quis seguir o espírito do texto para tratar desse tema sem tristeza e da maneira mais natural possível.”, conclui Paula.

Sílvia Zatz é paulistana de 1969. Já foi cineasta e designer de jogos, profissões nas quais a criação e o lúdico estiveram sempre presentes. Publicou seu primeiro livro, O clube dos contrários, em 1999, e desde então não parou mais. É autora de mais de quinze livros infantis e infantojuvenis, vários deles recomendados pela FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil). Entre os seus títulos estão Planeta corpo, Quem sou eu e O porquê dos por quês. Mantém uma parceria literária de quase dez anos com Michel Gorski tendo escrito também ivros a quatro mãos para diversos públicos, dos quais publicaram o juvenil Por um triz (Rocco, 2012), os infantis Irerê da Silva e A mão livre do vovô, além do romance O soprador, os três últimos lançados pela Editora Terceiro Nome.

A ilustradora Paula Juchem é formada em desenho industrial e comunicação visual pela Universidade Federal de Santa Maria (RS), onde nasceu. Trabalhou por 15 anos na Itália, onde produziu ilustrações e projetos de design para marcas europeias como Conran Shop, Cassina, Feb Design, Diamantini & Domeniconi, Dovetusai, Lia di Gregorio Studio, Shop Saman e Non Sans Raison. Em 2012, a Design Gallery Milano apresentou uma coleção de pratos de porcelana assinados pela designer brasileira. De volta ao Brasil nesse mesmo ano, a artista se fixou em São Paulo e estreou no mercado nacional com uma linha de pratos em porcelana, únicos e autorais.

Confira aqui a resenha originalmente publicada no blog Conta uma História

E veja aqui mais informações sobre o livro

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Meu bisavô – blog Mamãe e Maria Leitoras, 15 de novembro de 2015

Meu bisavô, de Sílvia Zatz

Meu bisavô

 

Livro: Meu Bisavô
Autora: Silva Zatz e Ilustrações: Paula Juchem
Editora e Ano: Terceiro Nome, 2015
Resumo do livro: O bisavô desta história viu nascerem seus filhos, netos e bisnetos. Mas como tudo tem seu tempo, ele vive até os 100 anos. Mas será que um século é muito ou é pouco? A primavera dura três meses. A árvore mais antiga do mundo tem quatro mil anos. E o sol já está brilhando há mais de quatro bilhões de anos. Em Meu bisavô Sílvia Zatz, inspirada pela convivência dos bisnetos do avô dela, reflete sobre a efemeridade da vida e como as pessoas lidam com a morte. Paula Juchem, com seus traços delicados e lúdicos, ilustra esse livro carregado de poesia (cópia literal do site da editora).
Opinião da mamãe: quando li sobre o lançamento deste livrinho, fiquei logo curiosa para conhecê-lo, por que acredito que a convivência com os avós é tão fantástica e que tem o privilégio de conviver com bisavós então!!! Maria ainda tem uma bisa, não a vê com tanta frequência, por que moramos longe, mas quando se encontram é uma festa garantida. A Bisa já ensinou a Maria a fazer tricô, já a contou histórias, entre tantas outras coisas que bisas de cabelos branquinhos fazem. Este livro, de lindas ilustrações, nos permite discutir com as crianças sobre o quanto as pessoas podem viver, e com isso o que acontece no mundo. Imagina só viver 100 anos? Quanta coisa se pode acompanhar? Quanta coisa pode acontecer no mundo neste período? Mas chega um tempo em que as pessoas precisam virar estrelinhas (como falamos por aqui) e aí é preciso estar preparado. Maria já teve bastante curiosidade sobre os bisavós que já viraram estrelinhas. Uma vez na praia, ficou perguntando como eram, o que faziam, qual estrela eram. A leitura deste livro infantil possibilita a compreensão deste tema, que as vezes, pode ser difícil, de uma forma leve, fazendo com que o diálogo com os pequenos seja agradável e ameno.
Opinião da Maria: este livrinho é tão bonito…gostei muito da história do bisavô!
Veja aqui a resenha publicada originalmente no blog Mamãe e Maria Leitoras
E confira aqui mais informações sobre o livro

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Meu bisavô – Avosidade, 6 de novembro de 2015

Meu bisavô - CAPA

Quem sabe brincar trata coisa séria com leveza

A autora já foi profissional de brincadeiras, trabalhando como designer de jogos, e publicou 15 livros para os públicos infantil e juvenil. Isto a credencia a abordar com leveza, sem tristeza e de forma bem natural um tema que muita gente evita a todo custo, sem saber quanto isso pode custar no futuro.

O novo livro de Sílvia Zatz é delicado, poético, mas não é brincadeira. Chega com a desafiadora missão de ajudar na preparação das crianças para a dura realidade de lidar com a perda de um parente, amigo ou animal de estimação, uma situação que pode acontecer com qualquer um em qualquer idade.

Ela defende a opinião de que os adultos devem preparar as crianças com clareza e honestidade porque, quando elas são protegidas dos impactos emocionais, tendem a crescer em um mundo de ilusão e, mais tarde, terão dificuldades.

Assim, ela aproveitou a sorte de ter um avô que viveu até os 100 anos e construiu uma história que ajuda os pequenos leitores a perceberem como é possível, em um momento de dor e tristeza, preservar a memória de um ser querido.

O titulo é Meu bisavô porque ela se inspirou na convivência com os bisnetos do avô dela (Sílvia nasceu em São Paulo, em 1969). “Quando meu avô faleceu, as crianças apareceram com muitas dúvidas para as quais eu não tinha respostas e me despertaram a vontade de tratar do tema”, diz ela.

Mas não é uma obra pesada. As ilustrações, por exemplo, são alegres, explica a ilustradora Paula Juchem, que nasceu no Rio Grande do Sul e atualmente mora em São Paulo. É em São Paulo que o livro será lançado neste domingo, dia 8 de novembro, às 15h30, na Livraria Martins Fontes da Avenida Paulista nº 509.

A autora Sílvia Zatz publicou seu primeiro livro – O clube dos contrários – em 1999 e desde então já teve vários livros recomendados pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), entre eles Planeta corpo, Quem sou eu e O porquê dos por quês.

Em parceria literária com Michel Gorski escreveu o juvenil Por um triz (de 2012, publicado pela Editora Rocco) e os infantis Irerê da Silva e A mão livre do vovô, além do romance O soprador, estes três lançados pela Editora Terceiro Nome, a mesma que publica Meu Bisavô.

Confira aqui a matéria publicada no blog Avosidade

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