Francis Hime: Trocando em miúdos as minhas canções – O blog da Simone Magno – 02 de outubro de 2017

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“Nesta quinta-feira, Francis Hime lança na Livraria da Vila (Alameda Lorena 1.731 – São Paulo), às 19h, Trocando em miúdos as minhas canções (Terceiro Nome), em que descreve e comenta seu processo de criação, examinando várias circunstâncias e influências presentes na elaboração de suas obras. Com quase 60 parceiros, alguns do quilate de Vinicius de Moraes, Chico Buarque e Paulo César Pinheiro, Francis esmiúça em dez capítulos curiosidades sobre sua atuação profissional e sua formação pessoal, e relembra a criação de grandes clássicos da música popular brasileira, como Vai passarAtrás da porta Trocando em miúdos, e algumas trilhas de cinema. ”

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Francis Hime: Trocando em miúdos as minhas canções – Bonde – 04 de outubro de 2017

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“Se tudo se define nos primeiros anos da infância e se sedimenta na juventude, com Francis Hime foi assim: aos oito anos de idade, isso em 1948, ele era um semi-interno do Colégio Santa Marcelina, na Tijuca.

Ou seja, só saía para ir para casa depois de 15 dias caminhando sobre regras e mandamentos. Depois de um breve tempo de respiro em um externato, voltou a outro colégio linha-dura e odiou de novo. A vida virou assim uma emergência logo cedo. E não teve pai que o segurou nas noites em que, ainda menor de idade, fugia para ver Luizinho Eça tocar piano no Hotel Plaza, em Copacabana. ”

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Francis Hime: Trocando em miúdos as minhas canções – O Povo – 15 de setembro de 2017

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“A matemática que Francis Hime estudava nas aulas da faculdade foi aproveitada, mas não exatamente na área estudada. Mesmo formado engenheiro, o negócio dele sempre foi mesmo a música, e o maestro não deixou de levar a experiência com cálculos para as entranhas de uma orquestra. Ao contrário: faz parte do processo. “Eu trago a matemática, sobretudo, no trabalho para a orquestra, no equilíbrio de uma composição de fôlego, ao programar um arranjo, no equilíbrio das diferentes sonoridades com a orquestra. Tudo isso tem muito a ver com a matemática”, conta o compositor, cantor, pianista, arranjador e maestro, em conversa com O POVO.”

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Francis Hime: Trocando em miúdos as minhas canções – Diário do Nordeste – 15 de setembro de 2017

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Francis Hime: Trocando em miúdos as minhas canções – Glamurama – 27 de setembro de 2017

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“Francis Hime autografa o livro “Trocando em miúdos as minhas canções”, na Livraria Argumento, no Leblon.”

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Francis Hime: Trocando em miúdos as minhas canções – O Estado de São Paulo – 02 de outubro de 2017

 

Francis Estadão

“Se tudo se define nos primeiros anos da infância e se sedimenta na juventude, com Francis Hime foi assim: aos oito anos de idade, isso em 1948, ele era um semi-interno do Colégio Santa Marcelina, na Tijuca. Ou seja, só saía para ir para casa depois de 15 dias caminhando sobre regras e mandamentos. Depois de um breve tempo de respiro em um externato, voltou a outro colégio linha dura e odiou de novo. A vida virou assim uma emergência logo cedo. E não teve pai que o segurou nas noites em que, ainda menor de idade, fugia para ver Luizinho Eça tocar piano no Hotel Plaza, em Copacabana.

Francis Hime ainda levou tempo para dizer a si mesmo que queria se tornar músico. Antes disso, suportaria toda uma temporada de estudos na Suíça, para onde fora mandado pelos pais para fazer o equivalente ao que era o estudo científico no Brasil (ensino médio), e a faculdade de Engenharia Mecânica. Sem falar nenhuma língua estrangeira, ele embarcou sozinho para uma viagem de 26 horas de avião, com escalas em Recife, Dacar e Lisboa até chegar a Zurique, e ficou em terras estrangeiras até concluir os estudos. Sentiu a vida fazendo as escolhas por ele até que, no dia da formatura, já de volta ao Brasil, faltaria na cerimônia da entrega do diploma para tocar na inauguração da TV Bandeirantes.”

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Francis Hime: Trocando em miúdos as minhas canções – Palmerio Dória, Facebook – 26 de setembro de 2017

Francis Palmerio

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