Bogart duplo de Bogart – PublishNews, 16 de outubro de 2015

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Ensaio investiga a persona de ator de Casablanca

Imagem de durão é dissecada por Luís Felipe Sobral

Eleito pelo American Film Institute como a maior estrela masculina do cinema norte-americano de todos os tempos, a imagem de Humphrey Bogart (1899-1957) é marcada pelo linguajar cínico, os trejeitos de durão e o inseparável cigarro. Esse tipo inesquecível encarnado pelo ator durante a era de ouro dos estúdios de Hollywood combinou-se com um jeito sedutor que fascinava o público feminino e fez os homens se identificarem. O antropólogo Luís Felipe Sobral, em seu ensaio Bogart duplo de Bogart – pistas da persona cinematográfica de Humphrey Bogart, 1941-1946 (Terceiro Nome, 152 pp., R$ 35), investiga esse ideal de masculinidade personificado pelo ator nova-iorquino nos quatro filmes que marcaram o início de sua carreira: O falcão maltês (de 1941),Casablanca (1942), Uma aventura na Martinica (1944) e À beira do abismo (1946).

Veja aqui a matéria na íntegra

Confira aqui mais informações sobre o livro

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Arquivado em Bogart duplo de Bogart, Coleção Antropologia Hoje

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