Heitor – Revista da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica

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“Seja um instinto de morte contraposto a um instinto de vida aceito ou não pela psicanálise, a destrutividade humana, a devastação da violência perpetuada entre semelhantes, é fato que preocupou os pilares da psicanálise moderna: Freud e Jung. A esse respeito estavam profundamente irmanados. O romance Heitor cizela plasticamente e de modo surpreendente os dois impulsos – determinantes da vida humana: sexualidade e destruição, a vida / morte, a morte / vida, o enigma da criação e das emoções, o aberto e o fechado, o amor e o ódio, o céu e o inferno, o castigo e a redenção.  O drama da petrificação  (Piera),  o homem /macho dominante patriarcal ( Heitor), os filhos da civilização e do casal fundamental do Ocidente  (Ângelos – Lamas), assim, feitos de espírito e de terra, com a sobrevivência ameaçada e a ânsia de amor frustrada.”

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