Florestas do meu exílio – Correio Braziliense (por Ana Miranda), julho/2013

Capiberibe “Imagine a floresta amazônica, um rio passa entre árvores, pássaros gritam, barcos navegam contra o pôr do sol… Os nomes dizem muito: Xarapucu, Afuá… Um menino viaja pelas águas, descobrindo o mundo. Ele conhece a alma das matas, viveu sempre entre as sombras misteriosas daquele reino encantado e perigoso, sem medo, é um ser da floresta. Vai morar na periferia de Macapá, onde há escola, e trabalha vendendo jornais e frutas e loterias para ajudar nas despesas da família pobre. Entra num seminário de padres italianos humanistas, mas não vai ser padre; seu fascínio é a política: grita contra a opressão da ditadura, entra para a Aliança Libertadora Nacional, vai de encontro a Marighella, estuda economia. ” Leia mais aqui

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