Alfredo Mesquita – Controvérsia (blog), janeiro/2008

Alfredo Capa

 

“A memória cultural brasileira é um mistério. Teses, biografias, exposições esmiúçam a vida e a obra de alguns poucos vultos insignes e é só. Uma espécie de conspiração silenciosa limita o estudo do que houve após a Semana de 22 e o romance de 30. Claro, as exceções existem: Oscar Niemeyer, Clarice Lispector, Guimarães Rosa, João Cabral. Mas há um buraco negro na produção de pesquisas e análises sobre o que aconteceu dos anos 30 aos 60 da nossa vida cultural. Pode ser a sombra da ditadura getulista obscurecendo o muito que aconteceu e se fez em São Paulo e no Rio de Janeiro nessa época. Falar do resto do Brasil, então, é uma brincadeira.”

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