Nunca o nome do menino – Blog do Levi, agosto/2009

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Nunca o nome do menino, de Estevão Azevedo, lançado pela Editora Terceiro Nome, busca dialogar com obras da tradição literária ocidental, especialmente do século XX, nas quais é representado o rompimento da fronteira que separa as personagens dos livros e seus próprios autores.

Quando colidem essas duas instâncias da literatura, normalmente distantes – de um lado o escritor, com poder de vida e morte sobre sua criação, de outro as personagens, títeres trabalhando cegamente em favor da obra – a narrativa entra em xeque e o leitor é levado a refletir sobre o caráter ficcional de sua própria vida. André Gide, em Os moedeiros falsos, Miguel de Unamuno, em Névoa, Luigi Pirandello, em Seis Personagens a procura de um autor, e Jorge Luis Borges, em Ficções, utilizaram-se desse “curto-circuito” narrativo na sua arte de contar histórias. Em Nunca o nome do menino, a personagem principal, uma mulher, nos relata os dias de sua vida que se seguiram ao momento em que ela descobre seu status de personagem de uma ficção que não aprecia e cujo autor despreza.”

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