Calúnia – Blog do Josafá Crisóstomo, janeiro/2010

 

“Como já disse aqui, comecei a leitura de Grandes Expedições à Amazônia Brasileira. No entanto, o fiz enquanto ainda lia esse livro: Calúnia – Elisa Lynch e a Guerra do Paraguai. Agora, terminei a leitura do mesmo e ficou-me um sentimento de bom dever de leitura cumprido. Porque, não sei se minha formação em história não foi suficiente, mas a verdade é que durante a leitura dei-me conta de que eu não conhecia quase nada acerca da história da Guerra do Paraguai. 😦

Uma guerra sangrenta como sói ser as guerras e que ocorreu no quintal de nossa casa. Eu não sabia nada acerca do ditador do Paraguai na ocasião, Francisco Solano López, bem como nada acerca de sua loucura persecutória, que aliás, contribui para que ele perdesse a guerra, e ainda, nada acerca da Aliança tríplice entre Brasil, Argentina e Uruguai, os que venceram a guerra. Tampouco, que Dom Pedro II poderia ter aceitado a informação do Duque de Caxias de que a guerra estava ganha dois anos antes do tempo em que acabou sendo, por fim, o do término da guerra: o carniceiro Conde d’Eu, marido da princesa Isabel, só sossegou depois que mataram López (que, aliás, tinha pretendido casar-se com a princesa brasileira). Solano López, então, foi enterrado juntamente com seu filho de apenas 13 anos, numa cova cavada pelas próprias mãos de sua mulher, Elisa Lynch.”

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