Diários da Floresta – Asia comentada, março/2010

“Por mais que tenha percorrido o Brasil por todos os rincões, até os mais afastados, meus contatos diretos com os problemas indígenas foram poucos. Por incrível que pareça, ao enviar uma mensagem de condolências pelo passamento do José Mindlin, com quem convivi nos intercâmbios bilaterais com os japoneses, retomei o contato esporádico que tenho com minha colega da FEA-USP, Betty Mindlin, sua filha.

Betty é uma brilhante economista, uma inteligência privilegiada, que optou por seguir outros caminhos, o da antropologia, quando estudava em Cornell. Muitos dos seus antigos colegas não entendem a opção por ela tomada, mas tento compreendê-la, porque na sua defesa dos suruís, tivemos um contato quando eu era responsável por um programa chamado Polonoroeste, que tinha como eixo a rodovia Cuiabá-Porto Velho. Isto está registrado no seu livro “Diário da Floresta”, de forma simpática, como ela me avisou.”

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